Cidades

Guarda Civil é morto em Luziânia

GIH acredita que guarda foi morto em acerto de contas

diario da manha
Foto: Reprodução

Na madrugada desta terça-feira (15/10), um Guarda Civil Municipal (GCM), foi morto a tiros em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. A Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), foi acionada por uma testemunha que ouviu três disparos de arma de fogo e afirmou que havia uma pessoa baleada caída no chão.

Ao chegar no local informado, no Jardim Ingá, em Luziânia, a equipe da PM constatou que Admilson Cardoso de Oliveira, não apresentava sinais de vida. De acordo com a perícia da Polícia Técnico Científica (PTC), os três disparos atingiram a vítima.

Polícia acredita que morte de Guarda Civil tenha sido acerto de contas

Um exame residuográfico afirmou que a vítima apresentava resíduos de pólvora nas mãos e que, possivelmente também estava armada e efetuou disparos contra o assassino.

A arma usada para fazer os disparos que matou o GCM não foi encontrada no local. O caso é investigado pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Luziânia, que acredita que o crime tenha sido um possível acerto de contas.

Ex-PM é morto a tiros em Catalão

Na última sexta-feira (11/10), por volta das 5h40 da manhã, um ex-policial militar foi assassinado a tiros no Setor Universitário, em Catalão. O ex-policial estava trafegando em uma Kombi de transporte escolar, quando dois homens que estavam em uma motocicleta, efetuaram os disparos.

A vítima, José Maria da Fonseca, de 58 anos, não resistiu e morreu no local. O Comandante do 18° Batalhão de Polícia Militar de Catalão, André Luiz de Carvalho, afirma que o ex-policial assassinado foi excluído da corporação há alguns anos, por ter cometido homicídio fora do horário de serviço.

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