Cidades

Caso Ariane: Preso três suspeitos de praticar o crime

O corpo da jovem só foi encontrado sete dias após o desaparecimento

diario da manha

A Policia Civil de Goiás (PCGO), prendeu três suspeitos de asfixiar, matar e ocultar o corpo de Ariane Bárbara Laureano de Oliveira, de 18 anos. Os investigados do crime são: Enzo (Freya) de 18 anos, Jeferson de 22 anos e Raíssa de 19 anos.

Ariane saiu de casa, no dia 24 de agosto, no Setor dos Funcionários, dizendo que iria se encontrar com amigas, na capital.

O corpo da jovem só foi encontrado sete dias depois do desaparecimento, já em estado de decomposição avançado, em uma mata no Setor Jaó. A vizinhança do local entrou em contato com a polícia ao sentir um forte odor nas proximidades da mata.

Pelo estado em que o corpo da jovem foi encontrado, não houve velório.

O crime

Após uma semana de buscas, a polícia localizou, nas primeiras horas da manhã de ontem em uma mata no Setor Jaó, bairro nobre de Goiânia, o corpo da jovem Ariane Bárbara Laureano de Oliveira, 18. A suspeita é que ela tenha sido assassinada a facadas. Ariane Bárbara, que morava sozinha com a mãe no Setor dos Funcionários, saiu na tarde de terça-feira da semana passada para encontrar-se com algumas amigas. Poucas horas depois, ela enviou uma mensagem de whatsapp para a mãe dizendo que estava indo lanchar com estas mesmas amigas no Setor Jaó, mas afirmou que logo retornaria para casa. Desde a noite do dia 24, porém, a jovem sumiu, e não atendeu mais o celular, que foi desligado. Desesperada, já que a filha nunca teria ficado tanto tempo fora de casa sem avisar, a mãe dela procurou a polícia, e depois a imprensa para relatar o misterioso desaparecimento. A própria mãe de Ariane Bárbara fez buscas à procura da jovem, mas nada encontrou. Uma denúncia afirmava que a jovem esteve com amigas em uma pista de skate que fica no Setor Coimbra, mas câmeras de segurança de um supermercado desmentiram esta informação. Quando localizado ontem, o corpo já estava em estado de decomposição, mas confirmou-se que era da desaparecida após a coleta de impressões digitais. Parentes de Ariane que estiveram no Instituto Médico Legal (IML), também reconheceram algumas tatuagens, e um piercing que ela usava.

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