Estudantes aprendem arte e tecnologia e desenvolvem a solidariedade
Redação DM
Publicado em 22 de setembro de 2023 às 19:42 | Atualizado há 3 anos
Alunos do 6º ao 9º ano, de 11 a 15 anos de idade, terão um sábado de muitos aprendizados. Arte, tecnologia e inovação fazem parte de uma feira anual em que eles apresentam o resultado dos trabalhos realizados durante todo o ano. São cartazes, maquetes, trabalhos manuais e atividades práticas, além de solidariedade. A Feira de Inovação, Conhecimento, Arte e Tecnologia da Escola Interamérica, a Ficarte 2023, é um evento que, além de colocar à prova as atividades curriculares que os estudantes desenvolveram, ensina, na prática, o verdadeiro sentido da empatia. Por iniciativa dos próprios alunos, foi criado o Bazar Solidário, que vai comercializar produtos diversos como roupas, calçados, brinquedos e jogos. Tudo recebido como doação. O bazar será aberto à comunidade e a renda será revertida para ações sociais desenvolvidas pela escola.
A Ficarte é muito mais que uma feira de trabalhos e solidariedade. A escola acredita que os conteúdos acadêmicos são ampliados e fortalecidos quando os alunos se sentem motivados, exigidos, instigados a pensar, a descobrir, a pesquisar, a conhecer, a dialogar, a conviver e a estudar. “É um momento que representa essa integração e possibilita a visitação e apreciação de alguns trabalhos desenvolvidos ao longo deste ano, nas diferentes áreas do conhecimento”, esclarece Lúcia Oliveira, coordenadora pedagógica da escola.
Também foram programadas oficinas que pretendem mostrar à comunidade, na prática, como são desenvolvidas as habilidades e competências do estudante que, por sua vez, tem a oportunidade de se desafiar sempre a ampliar seu olhar e suas relações com o conhecimento. Os estudantes farão explanações sobre os conteúdos abordados nos projetos para gerar integração, aproximar família e escola e valorizar o trabalho de cada estudante.
A Ficarte terá apresentações dos estudantes em projetos de ciência, história, artes, geografia, gastronomia, fotografia, matemática, química, língua portuguesa e educação física, espanhol e empreendedorismo. Os pais também participam visitando e assistindo a todas as apresentações realizadas pelos estudantes, demonstrando o quanto o aprendizado está envolvido nos projetos desenvolvidos pelos estudantes com representatividade de todos os alunos em todas as áreas de conhecimento.
O que vai ter – Os alunos estão preparando novidades que mostrarão o avanço da ciência, como experimentos físico-químicos, fotografia, desfile geo-histórico, apresentação dos projetos literários e linguísticos, a vivência de uma sala ambiente, oficina de espanhol e, é claro, ciência na prática.
Mais do que integração, a feira traz ainda o trabalho do conceito de empatia, com a realização do Bazar Solidário, um projeto de Empreendedorismo Social da escola, com os estudantes do 8º ano. “No Bazar Solidário os alunos aprendem mais do que fazer um bazar para vender. Eles aprendem a empreender para transformar a sociedade e reduzir injustiças sociais. Este é um dos propósitos do Bazar Solidário”, reforça o professor da matéria de Empreendedorismo Social, Ferdinand Tokarski.
A matéria, ministrada para as turmas de 8° ano, tem como um dos principais objetivos promover uma mudança de comportamento. Nesse contexto, os estudantes são levados a refletir e agir de forma significativa acerca do consumismo e da sociedade como um todo. Colocando em prática os conteúdos explorados em sala, os estudantes realizam o bazar solidário, cuja renda será revertida para um projeto social que os próprios estudantes, em assembleia, decidirão apoiar.