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Brasileiro é preso nos EUA suspeito de matar ex-namorada a tiros na Flórida

Redação Online

Publicado em 29 de julho de 2026 às 11:57 | Atualizado há 6 minutos

Brasileiro foi preso nos EUA suspeito de matar ex-namorada a tiros em condomínio em Fort Myers, na Flórida | Foto: Reprodução/Polícia de Fort Myers
Brasileiro foi preso nos EUA suspeito de matar ex-namorada a tiros em condomínio em Fort Myers, na Flórida | Foto: Reprodução/Polícia de Fort Myers

Um brasileiro natural de Engenheiro Caldas, no Vale do Rio Doce em Minas Gerais, foi preso nos Estados Unidos suspeito de matar a ex-namorada na cidade de Fort Myers, no estado da Flórida. Segundo o Departamento de Polícia de Fort Myers (FMPD), Willian Rosa do Amaral, de 26 anos, foi autuado por homicídio de segundo grau após se apresentar voluntariamente à polícia. Antes de se entregar, ele gravou um vídeo direcionado a familiares e amigos informando que iria se render às autoridades.

De acordo com a imprensa dos Estados Unidos, moradores do condomínio Village Creek Apartments acionaram a polícia por volta das 7h50 após ouvirem disparos de arma de fogo. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima, identificada apenas como Júlia, já sem vida, com ferimentos provocados por tiros. A vítima nasceu nos Estados Unidos, mas a família era natural da Bahia.

Testemunhas relataram que viram o suspeito nas proximidades do apartamento pouco antes dos disparos. Conforme as investigações iniciais, o relacionamento entre Willian e Júlia durou cerca de três meses. A motivação do crime ainda não foi divulgada oficialmente, mas reportagens da imprensa norte-americana apontam que o suspeito não teria aceitado o fim do relacionamento e teria passado a adotar um comportamento considerado controlador.

Amigos da jovem relataram para a imprensa local que ela havia concluído a faculdade na área da saúde há cerca de seis meses e era muito querida pela comunidade brasileira na região. Willian havia se mudado para os Estados Unidos para trabalhar, quando se conheceram. As autoridades americanas continuam investigando o caso para esclarecer a dinâmica dos fatos e as circunstâncias do homicídio.


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