Cotidiano

Dilma diz que ficou ‘estarrecida’ com relatório do FMI

Redação DM

Publicado em 22 de janeiro de 2016 às 01:00 | Atualizado há 11 anos

BRASÍLIA – Saudada por gritos de “guerreira do povo brasileiro” e “não vai ter golpe”, a presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira, em reunião do diretório do PDT, que ficou “estarrecida” com um trecho do relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) que atribuía as previsões negativas para o país, entre outros fatores, à instabilidade política no Brasil e ao alongamento das investigações dos malfeitos na Petrobras.

— Fiquei estarrecida com uma frase que li no relatório do FMI. (…) Ele atribuía essa situação à instabilidade política, e o segundo fator era o fato de as investigações quanto à Petrobras terem um prazo de duração maior e mais profundo do que esperavam. Tenho certeza que vamos estabilizar politicamente o país, vamos assegurar ao país a tranquilidade para voltar a crescer.

— É absolutamente normal que a oposição critique, que qualquer um se manifeste, mas não podemos aceitar que as questões essenciais para o país não sejam objeto de uma ação conjunta visando a garantir que voltemos a gerar emprego e renda. Faremos a nossa parte. Tem gente que acaba com programa social porque acha que tem que acabar, nós, não. Nós asseguramos, reformamos programas sociais para melhorá-los e preservá-los.

Dilma afirmou que o país vai voltar a crescer:

— O Brasil vai voltar a crescer, temos os fundamentos sólidos, mesmo diante dessa crise que se vê internacionalmente de forma mais clara. Somos capazes de crescer porque temos as bases bem sentadas. Teremos juntos uma grande missão nos próximos meses: esse jogo vai ser jogado agora, até março, junho. É aqui e agora que vamos decidir qual é o caminho do Brasil nos próximos anos – disse a petista.

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