Escritor e auditor do TCE morre aos 87 anos de idade
Redação DM
Publicado em 6 de julho de 2021 às 14:28 | Atualizado há 5 anos
Autor de nove livros de crônicas, de caráter histórico, sobre Goiás, o auditor aposentado do Tribunal de Contas do Estado (TCE-GO) Joaquim Graciano de Barros Abreu morreu ontem, aos 86 anos de idade. A causa não foi divulgada.
De tradicional família da cidade de Goiás, Joaquim Graciano se notabilizou pelo seu “preparo intelectual, humanismo e elevado espírito público”, conforme anotou o presidente do TCE, conselheiro Edson Ferrari ao decretar luto oficial de três dias no órgão, por meio da Portaria nº 249/2021, simbolizando a “gratidão da Corte por todas as contribuições do auditor aposentado”.
Auditor e conselheiro substituto entre 1967 e 2004, Graciano aposentou-se por idade no TCE-GO, onde também foi assessor da Presidência, membro de diversas comissões de trabalho e diretor de imprensa, tendo sido responsável pela revista técnica Finanças e Orçamento e pelo jornal Notícias TCE.
Era casado com Mirna de Castro Abreu e pai de quatro filhas: Carmem, Maria Tereza, Dulce e Ana Cristina, e avô de seis netos.
Outras perdas
Outra importante perda do TCE-GO este ano foi de Aelson Nascimento, servidor de carreira aposentado, que morreu em decorrência da Covid-19 no dia 1º de abril. Foi, também secretário de Estado do Gabinete Civil nas gestões dos governos de Naphtali Alves e Helenês Candido.
Também vítimas de complicações da Covid, morreram em março Silvério dos Reis Messias, assessor do gabinete do conselheiro Kennedy Trindade, e Iolanda Narcizo Soares, aposentada, além de Max Lânio dos Santos Valente, servidor comissionado, este no final do mês passado.
Por outros problemas de saúde, morreram recentemente Urias Fernandes Neto e Hilton Lucena de Oliveira, ambos servidores da ativa, além do aposentado Sebastião Carlos Cesário.