Cotidiano

Goiano é eleito perito independente pelo Comitê Assessor da ONU

Redação DM

Publicado em 13 de outubro de 2022 às 14:49 | Atualizado há 4 anos

                Nesta última sexta-feira (7), em Genebra na Suíça, o  Comitê Assessor do Conselho de Direitos Humanos
da Organização das Nações Unidas (ONU), elegeu o goiano Aldo De Campos Costa,
de 47 anos para o cargo de perito independente.

                Goiano nascido
em Itumbiara, Aldo morou em Goiânia até os 17 anos e em 1995, mudou-se para a cidade
de São Paulo onde se formou em Direito na Universidade de São Paulo (USP).

   Hoje em dia, divide seu domicílio
entre Brasília, no Distrito Federal e Angras do Reis, interior do Rio de Janeiro.
Na cidade carioca, ele atua como procurador da república, já na capital federal,
é assistente do procurador-geral da república Augusto Aras. Além do mais, também
ocupa um cargo como secretário adjunto no ministério público da união (MPU).

Antes de assumir cargos públicos,
Aldo teve uma grande trajetória na área jurídica, pois advogou por 10 anos entre
2000 e 2010. Posteriormente, foi pesquisador no instituto Max Planck para o Estudo
do Crime, Segurança e Direito na Alemanha e   professor universitário na Universidade de
Brasília (UNB).

O   comitê Assessor do Conselho de Direitos
Humanos da Organização das Nações Unidas(ONU), foi criado em 2007 e Aldo será
um dos 18 especialistas que devem atuar em apoio ao conselho. O intuito do
cargo é melhorar o trabalho dos 47 países que compõem o Conselho de Direitos da
ONU. Trazer novas ideias para discussão é o principal objetivo de Aldo na ONU. Neste
cargo, ele irá colaborar com a produção de estudos e pesquisas sobre a agenda
do conselho, além do mais, também irá participar de outros temas de interesse do
órgão internacional.

O mandato de Aldo junto a ONU vai
até 2024. Ele enfatiza que a vaga para qual vai exercer o cargo de perito
independente, pertencia ao embaixador brasileiro José Augusto Lindgren Alves,
que faleceu em maio deste ano.

Dentre os principais valores que
foram fundamentais para a criação do órgão que são de grande relevância para o
Brasil destacam-se: a universalidade, a objetividade, a não seletividade, imparcialidade,
cooperação e diálogo construtivo.

               

               

                

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