Presidente do TJ elogia Hugol
Redação DM
Publicado em 27 de junho de 2015 às 02:21 | Atualizado há 11 anos
Assessoria de imprensa
O presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, Leobino Valente Chaves, afirmou na manhã de ontem que o Hospital de Urgências Governador Otávio Lage (Hugol) representa “orgulho” para o Estado de Goiás e que a iniciativa do governo estadual de construí-lo demonstra “criatividade e arrojo”. A declaração foi dada durante a sexta visita à unidade, liderada pelo governador Marconi Perillo, da qual participou comitiva de desembargadores e juízes do TJ-GO.
“Quando nós vemos, constantemente pela mídia, hospitais caóticos, pacientes sendo tratados nos corredores, filas e atendimento desumano, eu faço um paralelo entre o Brasil e países míseros da África. E Goiás, com a gestão na Saúde, está entrando numa área diferenciada. Por isso, não poderia deixar de parabenizar a gestão que o senhor, governador, está fazendo na Saúde em Goiás, pois sabemos que os recursos são poucos”, destacou o presidente do TJ.
Momentos antes, o governador liderou a quinta visita ao Hugol, apresentado as instalações do complexo de saúde pública a representantes do Ministério Público de Goiás, do Tribunal de Contas do Município e do Tribunal de Contas do Estado. Ao grupo, Marconi informou que o governo estadual investiu R$ 168 milhões na construção e R$ 95 milhões em equipamentos no Hugol. A partir de agora, vai investir R$ 15 milhões por mês na manutenção da unidade, que está instalada em terreno equivalente a 12 campos de futebol.
MAGNITUDE
“É uma obra de grande magnitude, é a maior obra de saúde pública do País. Quero destacar que a Agetop fez um trabalho primoroso de acompanhamento dessa obra e nós acreditamos que, já no dia 6, mais de 70% das atividades do Hugol já estejam em funcionamento”, disse o governador. Ele destacou ainda que, em dois ou três anos, o Hugol chegará a 100 mil metros quadrados de área construída. “Agora, é só o começo do que ainda será esse hospital”.
Durante cerca de três horas de visitas guiadas por Marconi, ele destacou que a presidente Dilma o teria questionado sobre o custo que o governo federal teria para investir no complexo. “E eu disse que o custo era zero, que o hospital já estava pronto. Então, a presidente decidiu ajudar no funcionamento do Hugol, com o custeio. E o custeio do Hugol, em cerca de dois anos, já será equivalente ao custo da obra.”
Segundo dados apresentados pelo próprio governador, enquanto o metro quadrado de um apartamento comum financiado pela Caixa Econômica custa em média R$ 3,5 mil, o metro quadrado do Hugol custou menos de R$ 2,4 mil. Ele atestou também que a unidade foi construída em tempo recorde, sendo 25 meses de execução da obra.