Cotidiano

Réveillon na Paulista terá mistura de rap, axé, forró, samba e sertanejo

Redação DM

Publicado em 31 de dezembro de 2015 às 08:35 | Atualizado há 11 anos

SÃO PAULO – Milhares de pessoas acompanham a festa de réveillon na Avenida Paulista, região central de São Paulo, na noite desta quinta-feira. Nos últimos anos, os shows da virada reuniram cerca de 2 milhões de pessoas na capital paulista. Ainda não foram divulgadas estimativas de público.

Uma queima de fogos de artifício de 10 minutos é aguardada na avenida. Ao longo da noite, o público vai acompanhar shows de música sertaneja, axé, forró, “tecnomelody”, rap e samba. Nas praças de alimentação do evento, quem foi à festa pôde escolher entre 40 barracas de alimentação e 25 food trucks,

O povo começou a se amontoar em frente ao palco montado no cruzamento das avenidas Paulista e Brigadeiro Luís Antônio ainda durante a tarde, logo após o fim da corrida de São Silvestre.

A banda Djavú foi a primeira atração a subir ao palco da Paulista, por volta das 19h. Galã, DJ Juninho Portugal e Diva apresentaram o “tecnomelody”, com seus hits “Me Libera”, “Não Desligue o Telefone” e “Soca Soca”. Na sequência, foi a vez do DJ Dennis, que apostou numa mistura de funk com música eletrônica.

A Avenida Paulista já estava cheia por volta das 20h30 quando o Chiclete com Banana subiu ao palco tocando grandes sucessos do axé, como parte da turnê “Vida que Segue”. Autor de “Não Existe Amor em SP”, o rapper paulistano Criolo foi a quarta atração da noite e empolgou principalmente o público mais jovem.

A Virada para 2016 acontecerá enquanto a dupla sertaneja Marcos & Belutti estiver no palco. Intérpretes de sucessos como “Domingo de Manhã”, a música mais tocada nas rádios brasileiras em 2014, e “Aquele 1%”, em parceria com Wesley Safadão, eles serão responsáveis por se despedir de 2015 na capital paulista.

Já nas primeiras horas de 2016, se apresentarão o sambista Mumuzinho e a bateria da escola de samba Vai-Vai, campeã do carnaval de São Paulo em 2015 com um samba-enredo que falava de Elis Regina.

A festa de réveillon de São Paulo correu o risco de ficar sem patrocínio. Até 15 de dezembro, a prefeitura não tinha encontrado um patrocinador que oferecesse garantia para pagar R$ 1 milhão pela festa. O problema foi resolvido e as atrações confirmadas nos últimos quinze dias. O palco começou a ser montado na segunda-feira.

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