Cotidiano

Secretaria de Segurança emite nota de apoio para PMs que atuaram em ocorrência

Redação DM

Publicado em 4 de abril de 2016 às 17:10 | Atualizado há 1 ano

O confronto entre PM e suspeitos de praticarem crime que terminou com cinco mortos em Goiânia no último sábado no setor Marcehal Rondon, na favela Vietnã, motivou a publicação de uma nota por conta da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP).

No informe, a secretaria questiona a cobertura de parcela da imprensa, que teria utilizado termos imprecisos e não técnicos para descrever o confronto, sem que também estivessem presentes ou apresentassem testemunhas críveis do fato ocorrido.

As mortes ocorreram no sábado após ação das equipes das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), que teria sido surpreendida por tiros executados pelos invetsigados.

Conforme a PM, o saldo de cinco  mortos ocorreu devido ao revide dos suspeitos, que atiraram contra os agentes de segurança pública.

A Polícia Militar apreendeu carros, armas e teria desbaratado também um esquema de tráfico de drogas.

Os mortos na ocorrência – conforme a PM – foram os autores dos disparos contra cinco moradores de rua, que ocorreu na noite de sexta-feira, no setor central de Goiânia.

A polícia diz que apreendeu submetralhadoras Uzzi com silenciador (de fabricação israelense), pistolas, revólver e celulares junto aos suspeitos.

 

Veja o conteúdo da nota divulgada pelo Governo de Goiás

 

                         NOTA OFICIAL –  Operação contra o tráfico de drogas em Goiânia

“A Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) repudia, com veemência, a matéria “Cinco morrem em suposta troca de tiros com a polícia” publicada na edição de hoje, do jornal O Popular, sobretudo no que se refere à chamada de capa, onde se lê “Chacina mata cinco na favela do Vietnã”.

O tratamento dado pela reportagem, de forma deliberada, tenta colocar em dúvida, de forma leviana e desrespeitosa, o trabalho desempenhado pelas forças policiais goianas.

Definir a operação da polícia como “chacina” é agir de forma irresponsável. É tentar colocar em descrédito a atuação de uma corporação e de seus homens que, antes de tudo, agiram e agem em defesa da população.

Todas as ações deste caso ampararam-se nos serviços de inteligência da polícia onde foi possível, inclusive, ter acesso a todo o organograma da associação criminosa responsável não só pelas tentativas de homicídios contra moradores de rua neste final de semana, mas também de outros crimes contra o patrimônio e contra a vida.

Nos termos do registro de ocorrência, os policiais seguiram todos os protocolos de atuação previstos em operações deste porte, portanto, a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária manifesta seu apoio aos policiais que atuaram com a energia pertinente no combate ao crime”.

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