Cotidiano

Shein aplicará US$ 15 milhões em melhorias trabalhistas

Redação DM

Publicado em 7 de dezembro de 2022 às 19:19 | Atualizado há 4 anos

A famosa e queridinha Shein,
popularizada durante a pandemia por preços acessíveis foi alvo de criticas quanto
a violações trabalhistas. Em relatório do Reino Unido denuncias foram apontadas
o que gerou a empresa online afirmar que vai investir em melhorias, o valor do investimento pela empresa está orçado na casa dos US$ 15 milhões para
“melhorar os padrões” nas fábricas.

Em relatório é revelado que os trabalhadores
da Shein estão sujeitos a longas horas de trabalho e salários retidos. Em uma
auditoria independente, a marca descobriu que duas fábricas na China mantinham
os funcionários entre 12,5 e 13,5 horas por dia trabalhando, mais do que o
permitido pela lei do país.

Apontado 18 horas de trabalho por
dia com apenas um dia de folga por mês. “Embora estes sejam significativamente
menores do que o alegado no documentário, eles ainda são mais altos do que os
regulamentos locais permitem”, afirma a fast fashion. O tempo citado pela Shein
é menor do que o relatório do Reino Unido.

As fábricas têm até o final do
ano para que resolvam o problema, Shein ainda negou que os salários foram
retidos. A plataforma pretende gastar os US$ 15 milhões, quase R$ 80 milhões,
nos próximos 3 a 4 anos para melhorias físicas, reforçar treinos e aumentar a
frequência de fiscalização na forma de trabalho.

A empresa online que vende
roupas, acessórios, itens para o lar e muito mais, foi avaliada em US$ 100
bilhões no começo do ano. A Shein se destaca no mercado, principalmente, pelos
rápidos lançamentos e preços mais baratos do que outras marcas. 

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