Cotidiano

Trabalho voluntário: a chave da esperança

Redação DM

Publicado em 9 de agosto de 2022 às 17:52 | Atualizado há 1 ano


Equipe da Trupe da Alegria. (Foto: Divulgação/Trupe da Alegria)

“Nosso trabalho consiste basicamente em visitar aqueles que precisam de uma nova dose de alegria, seja em um asilo, um orfanato, uma clínica, uma casa de acolhida, ou até mesmo um parque. Onde precisarem, lá nós vamos estar. Também trabalhamos com campanhas de arrecadação, as principais são dia das crianças e natal, mas já fizemos campanha de inverno, de páscoa, de dia das mulheres em que arrecadamos absorventes para o complexo prisional feminino. Também costumamos fazer campanhas para famílias que nos procuram precisando de ajuda e para os locais que visitamos”, afirma Beatriz Yassunaga, coordenadora da Trupe.

O trabalho voluntário acabou se tornando rotina, mas não uma rotina qualquer, é algo que faz cada dia ser único e diferente.

“Costumamos dizer que somos uma família e por mais que durante esses anos muitos tenham chegado e ido, nossos corações sempre estão abertos e ansiosos pro retorno. Então realmente, não temos como descrever a Trupe de outra forma que não seja amor”, ressalta.



“Pode ser na primeira visita, aquela impactante em que muitos choram, ou depois de anos em que algo surpreendente acontece. A Trupe tem uma frase tema que é “Somos o que espalhamos, e não o que juntamos”. Durante esses muitos anos, só posso concluir dizendo que construímos uma família e espalhamos amor”, afirma Beatriz Resende. (Foto: Divulgação/Trupe da Alegria)

Beatriz Resende, outra coordenadora da organização, explica como funciona o trabalho da Trupe e o sentimento que o voluntariado traz para sua vida.

“Nós não temos uma sede fixa, guardamos as coisas (fantasias, doações, em nossa casa mesmo), e em dias de visitas marcamos de nos encontramos e nos fantasiarmos na casa de um Trupeiro que mora mais próximo do local, o sentimento é de gratidão, paz, amor e muito alegria!”, conta.

“Fazemos ações em bairros carente em datas comemorativas também, como páscoa, natal, dia das crianças. Juntamos com igrejas e fazemos ações, entregamos cestas básicas em alguns bairros afastados de Goiânia”, completa.

Acostumada a ver uma realidade diferente da qual estamos acostumados no dia-a-dia, Beatriz já viu cenários variados e inúmeras histórias, mas há sempre uma que deixa marcas na memória.

“O caso em particular que mais me toca se chama JOCUM, que foi criado para ajudar crianças de diversas idades que sofreram algum tipo de abuso, violência ou qualquer outro trauma que pode prejudicar a infância. Os pequenos passam o período contrário ao horário da escola ali, onde conseguem um apoio emocional e ajuda em diversas áreas da vida, além de se alimentarem da melhor forma possível”, diz, emocionada.

Quando questionada se pretende ser voluntária para sempre, Beatriz foi certeira em sua resposta: Sim! Com certeza, melhor escolha da minha vida!”

Atualmente a Trupe da Alegria conta com oito coordenadores, responsáveis por levar todo esse amor e esperança para quem se vê em um deserto ou labirinto sem saída. São eles Grégory Victor, Renaldo Almeida, Beatriz Resende, Beatriz Yassunaga, Victória Alves, Raquel Oliveira, Raquel Itacarambi e Gleicielly Rocha.

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“A empatia é certamente um dos mais nobres sentimentos humanos. Para entender e ajudar o próximo é necessário se imaginar na condição dele”, a frase, com autoria de Lázaro de Souza Gomes, reflete sobre o ato de sair da zona de conforto e estender a mão ao próximo, não somente para um bem próprio, mas um bem generalizado, que se ramifica e transforma a vida de quem é ajudado.

Por meio disso, lança-se luz sobre o trabalho voluntário, que segue a mesma premissa que a frase de Lázaro e a põe em prática. Atitudes que levam esperança amenizam os tempos tão difíceis que o mundo vem enfrentando desde 2020 – e mesmo antes disso.

De acordo com a Rede Filantropia, o trabalho voluntário surgiu no século 19 e passou por várias transformações de lá pra cá. Antigamente, entendia-se como voluntário aquele que era mais rico para ajudar o mais pobre a se adequar aos padrões da sociedade, porém com rígidos valores morais.

Hoje, o trabalho voluntário considera que quem o pratica, “motivado por valores de participação e solidariedade, doa seu tempo, trabalho e talento de maneira espontânea e não remunerada em prol de causas de interesse social e comunitário.”

E é com base no bem-estar do próximo que a Trupe da Alegria, organização que teve sua primeira formação em 2016, em Goiânia, e leva amor e alegria por onde passa, seja uma creche, um lar de idosos ou orfanato, o que importa é estar ali para ouvir histórias e proporcionar bons momentos.



Equipe da Trupe da Alegria. (Foto: Divulgação/Trupe da Alegria)

“Nosso trabalho consiste basicamente em visitar aqueles que precisam de uma nova dose de alegria, seja em um asilo, um orfanato, uma clínica, uma casa de acolhida, ou até mesmo um parque. Onde precisarem, lá nós vamos estar. Também trabalhamos com campanhas de arrecadação, as principais são dia das crianças e natal, mas já fizemos campanha de inverno, de páscoa, de dia das mulheres em que arrecadamos absorventes para o complexo prisional feminino. Também costumamos fazer campanhas para famílias que nos procuram precisando de ajuda e para os locais que visitamos”, afirma Beatriz Yassunaga, coordenadora da Trupe.

O trabalho voluntário acabou se tornando rotina, mas não uma rotina qualquer, é algo que faz cada dia ser único e diferente.

“Costumamos dizer que somos uma família e por mais que durante esses anos muitos tenham chegado e ido, nossos corações sempre estão abertos e ansiosos pro retorno. Então realmente, não temos como descrever a Trupe de outra forma que não seja amor”, ressalta.



“Pode ser na primeira visita, aquela impactante em que muitos choram, ou depois de anos em que algo surpreendente acontece. A Trupe tem uma frase tema que é “Somos o que espalhamos, e não o que juntamos”. Durante esses muitos anos, só posso concluir dizendo que construímos uma família e espalhamos amor”, afirma Beatriz Resende. (Foto: Divulgação/Trupe da Alegria)

Beatriz Resende, outra coordenadora da organização, explica como funciona o trabalho da Trupe e o sentimento que o voluntariado traz para sua vida.

“Nós não temos uma sede fixa, guardamos as coisas (fantasias, doações, em nossa casa mesmo), e em dias de visitas marcamos de nos encontramos e nos fantasiarmos na casa de um Trupeiro que mora mais próximo do local, o sentimento é de gratidão, paz, amor e muito alegria!”, conta.

“Fazemos ações em bairros carente em datas comemorativas também, como páscoa, natal, dia das crianças. Juntamos com igrejas e fazemos ações, entregamos cestas básicas em alguns bairros afastados de Goiânia”, completa.

Acostumada a ver uma realidade diferente da qual estamos acostumados no dia-a-dia, Beatriz já viu cenários variados e inúmeras histórias, mas há sempre uma que deixa marcas na memória.

“O caso em particular que mais me toca se chama JOCUM, que foi criado para ajudar crianças de diversas idades que sofreram algum tipo de abuso, violência ou qualquer outro trauma que pode prejudicar a infância. Os pequenos passam o período contrário ao horário da escola ali, onde conseguem um apoio emocional e ajuda em diversas áreas da vida, além de se alimentarem da melhor forma possível”, diz, emocionada.

Quando questionada se pretende ser voluntária para sempre, Beatriz foi certeira em sua resposta: Sim! Com certeza, melhor escolha da minha vida!”

Atualmente a Trupe da Alegria conta com oito coordenadores, responsáveis por levar todo esse amor e esperança para quem se vê em um deserto ou labirinto sem saída. São eles Grégory Victor, Renaldo Almeida, Beatriz Resende, Beatriz Yassunaga, Victória Alves, Raquel Oliveira, Raquel Itacarambi e Gleicielly Rocha.

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