Cotidiano

Victor vira réu por suspeita de agressão

Redação DM

Publicado em 11 de abril de 2017 às 01:17 | Atualizado há 9 anos

Bem que a defesa de Victor Chaves quer fazer crer que contravenção penal não é um crime. De fato, não é. Mas é uma infração penal que mancha a reputação de qualquer um. A condenação definitiva anterior por contravenção penal, embora não sirva para fins de reincidência, autoriza a valoração negativa dos antecedentes. Ou seja, é uma mancha no currículo de qualquer pessoa.
E o cantor sertanejo está mais perto de uma condenação. Na última sexta-feira, a Justiça aceitou a denúncia contra o músico. Ele se tornou réu em processo por contravenção penal. O motivo seria supostamente as vias de fato contra a mulher, Poliana Bagatini Chaves. Grávida do segundo filho com o cantor, ela teria sido agredida.
Inicialmente Poliana denunciou o cantor. Mas depois desmentiu o ocorrido. Por fim, os investigadores encontraram um vídeo que não deixaria dúvidas sobre o caso.
A partir de agora o processo seguirá em segredo de Justiça. Logo, a população não saberá de detalhes do caso. A Polícia Civil fez sua parte e esclareceu: “A Polícia Civil, diante das provas coletadas, concluiu pelo indiciamento de Vitor Chaves pela contravenção penal prevista no artigo 21, do Decreto Lei 3.688, vias de fato, conforme demonstrado no laudo pericial das imagens das câmeras de segurança do prédio e pelo depoimento da vítima”.
O cantor, por sua vez, foi para a internet e declarou de forma confusa: “Pessoal, eu venho a público para esclarecer uma coisa diante da qual surgiram e surgem incontáveis boatos. Eu fui indiciado legalmente por vias de fato, contravenção. Ou seja, eu não machuquei ninguém. O que eu pratiquei foi um ato de desespero para conter uma pessoa que estava completamente fora de si de pegar uma criança de um ano. E pela minha filha, o que eu fiz, eu faria de novo. Então, tudo está sendo apurado devidamente”.
Ele assumiu que fez um ato de desespero. Portanto, terá que explicar se o ato é fato atípico ou se é vedado pela lei penal. Só depois disso o burburinho do caso deve acabar ou se esgotar. divulgação

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