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8 discos nacionais de 2016 para ouvir

Redação DM

Publicado em 17 de dezembro de 2016 às 02:21 | Atualizado há 1 ano

Fim de ano chegando e o DMRevista retoma suas tradicionais listinhas. Os melhores filmes, os melhores discos, os artistas que perdemos ao longo do ano. Tudo que rolou em 2016 e as coisas vindouras para 2017. E é com este trocadilho infame no olho da matéria que viemos trazer para você, nobre leitor, oito dos melhores discos de 2016 para você baixar gratuitamente, e compor sua playlist de fim de ano. É baixar, colocar para tocar nas festas de família, e irritar algum tio, ou avô. Façam bom proveito.

O blog especializado “Som do Som” listou alguns dos principais discos autorais produzidos em todo território nacional, e disponibilizou alguns deles para download gratuito. Do funk ao rock, mergulhando no folk e no pop, grandes e/ou novos nomes da música autoral brasileira independente. Vale a pena dar uma conferida na lista completa no blog, com um total de dezesseis discos. Segura essas dicas:

 

Marcelo Perdido – Bicho

7

O cantor e compositor Marcelo Perdido vem desenvolvendo uma linha de trabalho, produzindo um disco para cada estação do ano. Para o outono, o artista preparou o disco Lenhador, para o inverno, Inverno, e agora para a primavera, lançou Bicho. O disco foi produzido por Filipe Sambado, com 10 canções que mesclam o folk e o tropicalismo. A capa é uma referência à Secos e Molhados

 

 

Bruno Capinan – Divina Graça

7-1

Bruno Capinan é baiano, cantor, compositor, e atualmente reside no Canadá, onde gravou seu novo disco Divina Graça. As doze faixas – produzido de Domenico Lancellotti e coproduzido por Bem Gill – são as vozes da cultura afrobrasileira e da representatividade da comunidade LGBT.

 

NavesHarris – Immaculate Sinners / Sleep

7-2

O cantor e compositor brazuca Jair Naves misturou seus ritmos com os da cantora britânica Britt Harris, e daí nasceu o projeto NavesHarris. A dupla acaba de lançar o segundo EP com as duas faixas descritas no intertítulo, uma pop e outra folk, além de um bônus em que Immaculate Sinners é remixada, numa parceria com o trio norte-americano de hip hop Baespflüg.

 

 

Filtra – O Mundo

7-5

Deu para perceber que esse negócio de misturar está em alta né? Agora, saindo do âmbito internacional, uma mistura regional bem nossa. A banda de rock carioca Filtra, como já diz o nome, é aquela que absorve variadas influências para coar a mais aromática das músicas. Resultado dessas experimentações nasce O Mundo, com sabor temperatura latina, e sabor amazônico.

 

 

Comanches – Sambas Elétricos

7-3

Chegou aquele que tem a cara do domingão: o samba! Resultado das experiências individuais de Sérgio Pascolato, Robson Riva, Pedro Selector, Sandro Lustosa e Francisco Sartori, esse brasileiríssimo disco traz um pouco de samba, batucada, rock e jazz. Sambas elétricos é o disco de estréia de Comanches e também da coprodução de Leandro Dias.

 

 

Laura Wrona – Cosmocolmeia

7-4

O pop nacional vem se destacando cada vez mais, nos últimos tempos, depois de uma longa decaída, na última quinzena dos anos 2000. Uma das responsáveis pela ressurreição do pop é Laura Wrona. Quatro anos após lançar o Ep RH Volcano, retorna com o disco Cosmocolmeia, entregando, logo de cara, a paixão da artista pelo mundo das abelhas. Traz participações especiais de Guilherme Kastrup, Edgard Scandurra,  Juliana Perdigão, e coprodução de Thiago Nassif.

 

 

 

Larissa Luz – Território Conquistado

7-7

“A mulher negra, suas conquistas, força, fé, afirmação, estética. Esses são os pontos de partida do álbum Território Conquistado (Natura Musical), segundo da carreira solo da cantora e atriz Larissa Luz”. Inspirado em importantes mulheres negras do cenário artístico mundial, o álbum traz a participação de Elza Soares e Thalma de Freitas.

 

 

Daniel Ayres – Falantes

7-8

O segundo trabalho solo de Daniel Ayres, integrante da banda Palavra Cantada, traz um pouco do rock, da Música Popular Brasileira e do pop, fugindo da temática infantil abordada por sua banda. Dez anos após lançar Desvenda-se, Daniel Ayres vem cantando o amor, fazendo críticas sociais e sobre os dilemas cotidianos, além de homenagear a Grande São Paulo.

 

 

Esdras Nogueira – NaBarriguda

7-9

Aproveitando o hiato da Moveis Coloniais de Acaju, o saxofonista Esdras Nogueira apresenta o seu segundo disco solo, NaBarriguda. O álbum conta com cinco composições autorais e em parceria com o gutiarrista Marcus Moraes,  mais “O Mundo é um Moínho” de Cartola, “Lôro”de Egberto Gismonti, e “Capricho de Raphael” de Hamilton de Holanda.

Gênero: Instrumental

 

Murilo Sá – Durango

7-10

Em Durango, o cantor e compositor, Murilo Sá explora todo o seu catálogo de referências, flertando com a estética de várias épocas e criando certa pluralidade ao disco.  Produzido pelo próprio músico, o álbum aborda um vasto cenário, desde a vida noturna até a poesia nonsense. Destaque para “De Volta à Rua da Solidão”.

Gênero: Rock

 

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