Desativada 2

Intimidade musical

Redação DM

Publicado em 18 de junho de 2016 às 03:54 | Atualizado há 1 ano

O Evoé Café com Livros e o projeto Composição, organizado pelo Palco Vacas  Magras, preparou para esta noite fria de sábado uma programação tão aconchegante quanto pede a temperatura. Um ambiente intimista, para poucas pessoas, artistas goianos cantando e tocando músicas autorais, e aquela sensação de embalo que só a voz e o violão proporcionam. Artistas como Jade Mustafé, Victor Castro, Luca Augusto e Leopoldo Costa estarão mostrando o que de melhor sabem fazer: música. Confira um pouco da carreira desses jovens artistas, mas que já tem história pra contar.

 

Jade Mustafé

Jade é filha de Valter Mustafé, e desde pequena já se interessava por música, ouvindo o pai cantando e tocando em casa. Aos cinco anos Jade Mustafé confessa que já dava o ar da graça com seus cantos. Em 2003, aos seis aninhos, Jade já participava de seu primeiro disco, “Anticomercial”. Desde então, o interesse pela música foi virando coisa séria, aumentando o interesse em aprender sempre mais, buscando conhecer novos artistas. Em 2006, Jade gravou em São Paulo, participando do programa “Sr. Brasil”, com Rolando Boldrin. Em Goiás, a jovem artista já se apresentou em projetos como Goiânia Canto de Ouro e Composição pelo projeto Vacas Magras. Em 2014 ela também participou cantando da gravação do dvd de seu pai, Valter Mustafé, “MPB Blues”. As influências musicais de Jade remetem à companhia dos pais, quando escutavam em casa Pink Floyd e Chico Buarque. “Vivi cercada de MPB por todos os cantos e também por algumas poucas influências internacionais. Atualmente me interesso muito pelo trabalho do Tom Zé, do Chico Buarque , e de alguns artistas da nova geração também como: 5 à seco, Céu, Marcelo Jeneci”, conta. Nas apresentações, Jade sempre inclui em seu repertório, ao lado de musicas de grandes nomes, suas composições autorais. “É muito gratificante participar do projeto Composição que abre espaço para novos cantores/compositores da cena goiana para mostrar seus trabalhos autorais”

Evento 2

Luca Augusto

Luca é membro da Banda “Bentim e sua viagem à terra dos lagartos comedores de pedra”, criada recentemente, ainda em 2016. A banda é formada por Luca Augusto e Ítalo Ribeiro, ambos vocais. Goiás e Maranhão se misturam, trazendo para o centro no Brasil uma experiência única, uma verdadeira viagem, além da já sugerida no nome do grupo. Esta propriedade de mesclar regionalismos, que é única de Bentim, proporciona ao grupo a liberdade de expressar-se abertamente um típico e inusitado “Oxente, que trem bão!”. As influências são várias, de nomes consagrados como Chico César e Gilberto Gil, à artistas modernos como Cícero e Phill Veras. O projeto composição marca a estreia oficial do grupo, neste sábado, 18 de junho. “É um evento que abre portas pra novos artistas e a Bentim esta começando agora, pronta pra entrar em varias portas como essa!”, complementa Luca.

Evento 3

Victor Castro

O aniversário de Victor, no dia 20, já vai começar amanhã no Evoé, durante sua apresentação no Composição. Victor, que completará 22 anos, é vocalista do grupo Face Noruega, que trabalha nas esferas do grunge, rock progressivo, funk rock entre outras coisas. Em breve, Face Noruega lançará o novo EP, o anterior,“Prélúdio EP”, já está disponível no youtube, facebook e intagram. As letras da banda são todas composição de Victor, e para o Composição, Victor vem sozinho, com voz e violão,”minha grande paixão”, ele confessa. “Fui espectador do último Composição, realizado na casa Evoé que tenho pra mim com muito carinho, onde toquei duas vezes com a banda em shows acústicos. Fiquei muito feliz com esse evento e essa iniciativa e demonstrei meu interesse em participar. Preparei o material com muito carinho e espero uma grande noite e uma ótima apresentação com a qualidade de músicos que teremos nessa edição de sábado!”.

Evento 4

 

Leopoldo Martin Costa

O goiano Leopoldo Costa já passeou muito pelo mundo. Brasília, Porto Alegre, Buenos Aires. E volta agora para a capital, trazendo na mala, um pouco de sotaque, e influências latinas, como Astor Paizola, que lhe foi apresentado por um vizinho argentino, quando ele ainda tinha quatro aninhos. Depois do Tango, o interesse de Leopoldo passou por vertentes as mais variadas, como o rap, rock, mpb, música clássica, maracatu e o samba. Em 2007, Leopoldo voltou para Goiânia, quando tocava bateria, se apresentando em casas como Capim Pub e Centro Cultural Martim Cererê, no Rock in Sopa. Em 2012 foi a vez de Leopoldo aprender violão, e montou sua primeira banda em 2013, se apresentando inclusive no festival Vaca Amarela. De 2014 a 2016, Leopoldo esteve em sua segunda banda, mas saiu para buscar novos horizontes. Agora está gravando seu primeiro EP solo, cantado em inglês, e pretende lançar ainda este ano um segundo EP em português. Em todos os EPs, o artista gravou todos os instrumentos. “Estou muito feliz por ter sido convidado a tocar num evento acústico importante por valorizar a música autoral na cidade. Eu acho o Evoe uma casa interessante e, com certeza, vai ser um show tri legal.”

Evento 5

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