Europa sem a Meta (Instagram e Facebook)
Redação DM
Publicado em 15 de fevereiro de 2022 às 13:16 | Atualizado há 2 anos

ENQUANTO ISSO NA EUROPA…
A Comissão Europeia, determinou que a partir de 2035, todos os carros novos vendidos nos países do bloco tenham propulsão elétrica, selando a extinção do motor a combustão.
O objetivo é que a partir de 2035, os veículos não emitam qualquer tipo de gás poluente. Isso significa que carros híbridos, que unem o motor a combustão à propulsão elétrica também serão banidos.
Para isso acontecer, os países deverão investir fortemente em infraestrutura, instalando estações públicas de recarga de VE (veículo elétrico) a, no máximo, 60 km de distância umas das outras. No caso dos postos de hidrogênio, a distância não poderá ultrapassar 150 km.
A Meta, holding que controla o Instagram, Facebook, WhatsApp e outras plataformas afirmou que poderá deixar de operar na Europa, tirando do ar suas plataformas, se a transferência de dados do velho continente for modificada.
De acordo com as leis europeias, o padrão de transferência de dados entre a União Europeia e os EUA não protegem a privacidade dos cidadãos europeus, o que levou a elaboração de uma nova legislação que impede a Meta de utilizar dados de seus usuários e seus comportamentos em outros países.
Na prática, a medida prejudicaria melhorias em seus aplicativos através de dados que demonstram o comportamento de seus usuários, até o funcionamento dos anúncios, que representam 90% da receita da Meta.
O fato aqui é que empresas se tornaram maiores que países e que essa briga é muito difícil de ser travada. Atualmente 3 milhões de negócios anunciam ativamente na plataforma ao redor do mundo, sendo que 70% estão fora dos EUA.
É bem provável que as autoridades cedam nessa disputa, já que a base de usuários é imensa.
Tecnologia & Futuro
Apple chega a 1,8 bilhão de aparelhos ativos no mundo
O CEO Tim Cook, anunciou em janeiro este grande número durante a reunião trimestral da empresa com acionistas para apresentar os resultados do fim de 2021. O último trimestre de 2021 trouxe a maior receita da história da companhia, com US$ 123,9 bilhões acumulados entre o começo de novembro e o fim de janeiro de 2022, o que resultou em um lucro recorde de US$ 34,6 bilhões. Tudo graças ao seu novo aparelho, o iPhone 13, que excedeu as expectativas e fechou em US$ 71,63 bilhões em vendas no período. Lembrando que além de tudo isso, a Apple é a empresa com mais dinheiro em caixa no mundo, totalizando US$ 190,5 bilhões.
Anúncios no Super Bowl mostram tendências
No último domingo aconteceu o final da temporada do futebol americano com o último jogo que na verdade é uma grande festa. Além do jogo em si, o show do intervalo e os anúncios publicitários no jogo chamam a atenção de todo mundo. Este evento que é comparado a uma final da copa do mundo por toda a sua estrutura e grandiosidade, foi assistido por mais de 35% da população dos Estados Unidos, algo em torno de 117 milhões de pessoas, fora as pessoas espalhadas pelo mundo como no Brasil, onde sua popularidade aumenta cada vez mais. Alguns números envolvidos impressionam, como os valores investidos em apostas, algo em torno de US$ 7,6 bilhões, a quantidade estimada de abacate consumido, como ingrediente da guacamole, tradicional no dia do jogo, mais de 30 milhões de quilos e, por fim, os anúncios que giram na casa de US$ 6,5 milhões por cada 30 segundos que vão ao ar.
Chegará o dia de usarmos as criptomoedas no nosso dia a dia?
Cada vez mais se fala sobre as criptomoedas, tornando-as mais populares e conhecidas entre toda a população. Ainda assim, parece algo distante do nosso dia a dia. Perguntado se a Uber irá aceitar criptomoedas no futuro, o CEO Dara Khosrowshahi, afirmou: “Com certeza. Em algum momento”.
Nada muito claro e nem nada muito novo. Afinal, alguns fatores impedem essa implementação hoje, como: o alto custo de transação que a negociação de ativos digitais tem e os impactos ambientais da mineração das criptomoedas. Caso esses dois pontos sejam melhorados a companhia deve passar a aceitar os ativos como forma de pagamentos.
Chegará o dia de usarmos as criptomoedas no nosso dia a dia?
Cada vez mais se fala sobre as criptomoedas, tornando-as mais populares e conhecidas entre toda a população. Ainda assim, parece algo distante do nosso dia a dia. Perguntado se a Uber irá aceitar criptomoedas no futuro, o CEO Dara Khosrowshahi, afirmou: “Com certeza. Em algum momento”.
Nada muito claro e nem nada muito novo. Afinal, alguns fatores impedem essa implementação hoje, como: o alto custo de transação que a negociação de ativos digitais tem e os impactos ambientais da mineração das criptomoedas. Caso esses dois pontos sejam melhorados a companhia deve passar a aceitar os ativos como forma de pagamentos. Enquanto isso, cada vez que empresas sólidas acenam para as criptomoedas, o mercado reage de forma positiva e a confiança aumenta.

ENQUANTO ISSO NA EUROPA…
A Comissão Europeia, determinou que a partir de 2035, todos os carros novos vendidos nos países do bloco tenham propulsão elétrica, selando a extinção do motor a combustão.
O objetivo é que a partir de 2035, os veículos não emitam qualquer tipo de gás poluente. Isso significa que carros híbridos, que unem o motor a combustão à propulsão elétrica também serão banidos.
Para isso acontecer, os países deverão investir fortemente em infraestrutura, instalando estações públicas de recarga de VE (veículo elétrico) a, no máximo, 60 km de distância umas das outras. No caso dos postos de hidrogênio, a distância não poderá ultrapassar 150 km.
A Meta, holding que controla o Instagram, Facebook, WhatsApp e outras plataformas afirmou que poderá deixar de operar na Europa, tirando do ar suas plataformas, se a transferência de dados do velho continente for modificada.
De acordo com as leis europeias, o padrão de transferência de dados entre a União Europeia e os EUA não protegem a privacidade dos cidadãos europeus, o que levou a elaboração de uma nova legislação que impede a Meta de utilizar dados de seus usuários e seus comportamentos em outros países.
Na prática, a medida prejudicaria melhorias em seus aplicativos através de dados que demonstram o comportamento de seus usuários, até o funcionamento dos anúncios, que representam 90% da receita da Meta.
O fato aqui é que empresas se tornaram maiores que países e que essa briga é muito difícil de ser travada. Atualmente 3 milhões de negócios anunciam ativamente na plataforma ao redor do mundo, sendo que 70% estão fora dos EUA.
É bem provável que as autoridades cedam nessa disputa, já que a base de usuários é imensa.
Tecnologia & Futuro
Apple chega a 1,8 bilhão de aparelhos ativos no mundo
O CEO Tim Cook, anunciou em janeiro este grande número durante a reunião trimestral da empresa com acionistas para apresentar os resultados do fim de 2021. O último trimestre de 2021 trouxe a maior receita da história da companhia, com US$ 123,9 bilhões acumulados entre o começo de novembro e o fim de janeiro de 2022, o que resultou em um lucro recorde de US$ 34,6 bilhões. Tudo graças ao seu novo aparelho, o iPhone 13, que excedeu as expectativas e fechou em US$ 71,63 bilhões em vendas no período. Lembrando que além de tudo isso, a Apple é a empresa com mais dinheiro em caixa no mundo, totalizando US$ 190,5 bilhões.
Anúncios no Super Bowl mostram tendências
No último domingo aconteceu o final da temporada do futebol americano com o último jogo que na verdade é uma grande festa. Além do jogo em si, o show do intervalo e os anúncios publicitários no jogo chamam a atenção de todo mundo. Este evento que é comparado a uma final da copa do mundo por toda a sua estrutura e grandiosidade, foi assistido por mais de 35% da população dos Estados Unidos, algo em torno de 117 milhões de pessoas, fora as pessoas espalhadas pelo mundo como no Brasil, onde sua popularidade aumenta cada vez mais. Alguns números envolvidos impressionam, como os valores investidos em apostas, algo em torno de US$ 7,6 bilhões, a quantidade estimada de abacate consumido, como ingrediente da guacamole, tradicional no dia do jogo, mais de 30 milhões de quilos e, por fim, os anúncios que giram na casa de US$ 6,5 milhões por cada 30 segundos que vão ao ar.
Chegará o dia de usarmos as criptomoedas no nosso dia a dia?
Cada vez mais se fala sobre as criptomoedas, tornando-as mais populares e conhecidas entre toda a população. Ainda assim, parece algo distante do nosso dia a dia. Perguntado se a Uber irá aceitar criptomoedas no futuro, o CEO Dara Khosrowshahi, afirmou: “Com certeza. Em algum momento”.
Nada muito claro e nem nada muito novo. Afinal, alguns fatores impedem essa implementação hoje, como: o alto custo de transação que a negociação de ativos digitais tem e os impactos ambientais da mineração das criptomoedas. Caso esses dois pontos sejam melhorados a companhia deve passar a aceitar os ativos como forma de pagamentos.
Chegará o dia de usarmos as criptomoedas no nosso dia a dia?
Cada vez mais se fala sobre as criptomoedas, tornando-as mais populares e conhecidas entre toda a população. Ainda assim, parece algo distante do nosso dia a dia. Perguntado se a Uber irá aceitar criptomoedas no futuro, o CEO Dara Khosrowshahi, afirmou: “Com certeza. Em algum momento”.
Nada muito claro e nem nada muito novo. Afinal, alguns fatores impedem essa implementação hoje, como: o alto custo de transação que a negociação de ativos digitais tem e os impactos ambientais da mineração das criptomoedas. Caso esses dois pontos sejam melhorados a companhia deve passar a aceitar os ativos como forma de pagamentos. Enquanto isso, cada vez que empresas sólidas acenam para as criptomoedas, o mercado reage de forma positiva e a confiança aumenta.

ENQUANTO ISSO NA EUROPA…
A Comissão Europeia, determinou que a partir de 2035, todos os carros novos vendidos nos países do bloco tenham propulsão elétrica, selando a extinção do motor a combustão.
O objetivo é que a partir de 2035, os veículos não emitam qualquer tipo de gás poluente. Isso significa que carros híbridos, que unem o motor a combustão à propulsão elétrica também serão banidos.
Para isso acontecer, os países deverão investir fortemente em infraestrutura, instalando estações públicas de recarga de VE (veículo elétrico) a, no máximo, 60 km de distância umas das outras. No caso dos postos de hidrogênio, a distância não poderá ultrapassar 150 km.