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1º de fevereiro na História

Redação DM

Publicado em 1 de fevereiro de 2018 às 00:22 | Atualizado há 1 ano

ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS:

772 — É eleito o Papa Adriano I.

1635 — É fundado o Convento do Carmo em Braga.

1718 — Erupção vulcânica em Santa Luzia, na ilha do Pico, Açores

1793 — A França Revolucio­nária declara guerra ao Reino da Grã-Bretanha e às Províncias Uni­das (Holanda).

1814 — Erupção do Vulcão Ma­yon nas Filipinas, matando cer­ca de 1200 pessoas; foi a mais de­vastadora erupção deste vulcão.

1885 — Assinado o Tratado de Simulambuco que constituía Ca­binda como território sob prote­torado português.

1887 — O Couraçado Vasco da Gama é incorporado à Marinha Portuguesa.

1890 — É executado pela pri­meira vez em público, num sa­rau lisboeta, A Portuguesa, que se tornaria no hino nacional portu­guês em 1911.

1893 — Estreia no Teatro Regio, em Turim (Itália), a ópera Manon Lescaut, de Puccini.

1896 — Estreia no Teatro Re­gio, em Turim (Itália), a ópera La Bohème, de Giacomo Puccini, sob a regência de Arturo Toscanini.

1905 — John Dewey é nomea­do professor de filosofia da Co­lumbia University.

1908 — O rei Carlos I de Portu­gal e o seu filho mais velho Luís Filipe, Duque de Bragança são as­sassinados no Terreiro do Paço em Lisboa por dois membros da Car­bonária, Manuel Buiça e Alfredo Costa.–A Carbonária foi uma so­ciedade secreta e revolucionária que atuou na Itália, França, Por­tugal, Espanha e Brasil nos sécu­los XIX e XX. Fundada na Itália por volta de 1810, a sua ideologia assentava-se em valores patrióti­cos e liberais, além de se distinguir por um marcado anticlericalismo. Participou nas revoluções de 1820, 1830-1831 e 1848. Embora não ten­do unidade política, já que reunia monarquistas e republicanos, nem linha de ação definida, os carbo­nários (do italiano carbonaro, “car­voeiro”) atuavam em toda a Itália. Reuniam-se secretamente nas ca­banas dos carvoeiros, derivando daí seu nome. Foi sugerido que o espaguete à carbonara foi por eles inventado. Inventaram uma escrita codificada, para uso em correspon­dência, com base em um alfabe­to carbonário. Durante o domínio napoleónico, formou-se em Itália combatendo a intolerância religio­sa, o absolutismo, defendendo os ideais liberais e esteve aliada em certos momentos, havendo mes­mo elementos que pertenciam às duas organizações. Surgiu no Rei­no de Nápoles, inicialmente como forma de oposição à política pró­-napoleônica o general francês Joa­quim Murat, cunhado de Napoleão Bonaparte. Lutava contra os fran­ceses, porque as tropas de Napo­leão haviam iniciado uma espolia­ção da Itália, embora defendessem os mesmos princípios de Bonapar­te. Com a expulsão dos franceses, a Carbonária queria unificar a Itália através de uma revolução espon­tânea da classe trabalhadora, co­mandada por universitários e in­telectuais, e implantar os ideais liberais. Os membros da Carboná­ria, principalmente da pequena e média burguesia, tratavam-se por “primos”. As associações da Carbo­nária tinham uma relação hierár­quica. Chamavam-se choças (de menor importância), barracas e vendas, sendo estas as mais im­portantes. As vendas, cada uma contendo vinte membros, desco­nheciam os grandes chefes. Todas as orientações eram transmitidas por elas. Havia uma venda central, composta por sete membros, que chefiava o trabalho das demais. A Carbonária não tinha nenhuma li­gação popular, pois, como socie­dade secreta, não anunciava suas actividades. Além disso, a Itália era uma região agrícola e extremamen­te católica, com camponeses anal­fabetos e religiosos, que tradicio­nalmente se identificavam com ideias e chefes conservadores. Sil­vio Pellico (1788–1854), Pietro Ma­roncelli (1795–1846) foram mem­bros proeminentes da Carbonária. Ambos foram presos pelos austría­cos por anos, muitos dos quais na fortaleza Spielberg, em Brno, no sul da Morávia. Depois de solto, Pelli­co escreveu o livro Le mie prigioni, descrevendo seus dez anos na pri­são. Maroncelli perdeu uma perna na prisão e ajudou na tradução e edição do livro de Pellico em Paris (1833). Outros proeminentes mem­bros da sociedade foram Napoleão Bonaparte, José Bonifácio, Con­de Camilo Benso de Cavour, Giu­seppe Garibaldi e Giuseppe Maz­zini, que posteriormente saiu da sociedade e passou a criticá-la. As revoluções foram sufocadas pelos austríacos, que procuravam man­ter seu significante poder na Itá­lia (Veneza e Milão eram parte do Reino Lombardo-Vêneto, gover­nado pelo Império Austríaco, e o Reino das Duas Sicílias era gover­nado pelos Bourbon da Espanha, muito influenciado pelo gover­no francês). O fracasso das revo­luções mostrou que a unificação não seria alcançada por idealis­mo. A unificação italiana foi reali­zada posteriormente entre 1860- 1870 pela diplomacia e guerra sob a égide do Reino da Sardenha. Em Portugal, a Carbonária Portuguesa foi estabelecida por volta de 1822. Nas suas primeiras décadas, teve um âmbito restrito e, sobretudo, localizado: surgiram várias asso­ciações independentes, sem liga­ção orgânica entre si e com pouca capacidade de intervenção social. De uma maneira geral, estas asso­ciações não duraram muito tem­po nem tiveram realce histórico. A Carbonária que teve importância na vida política nacional portugue­sa foi fundada em 1896 por Luz de Almeida. Desenvolveu alguma ac­tividade no domínio da educação popular e esteve envolvida em di­versas conspirações antimonárqui­cas. Merece destaque óbvio a sua participação no assassínio do rei D. Carlos I de Portugal e do prín­cipe herdeiro Luís Filipe, e na re­volução de 5 de outubro de 1910, em que esteve associada ao Parti­do Republicano.

1908 — Manuel II de Portugal ascende ao trono.

1918 — Rússia adota o Calendá­rio Gregoriano.

1924 — O Reino Unido reconhe­ce a União Soviética.

1924 — Elevação da Diocese de Belo Horizonte à categoria de ar­quidiocese pelo Papa Pio XI.

1926 — Nova tentativa de golpe militar em Portugal (v. Revolução de 28 de Maio de 1926).

1943 — O governo de Vidkun Quisling na Noruega é substituí­do por um outro governo fanto­che fascista.

1952 — É inaugurado o Aero­porto Internacional do Rio de Ja­neiro/Galeão.

1958 — Criação da República Ára­be Unida pelo Egito e Síria.

1961 — É inaugurado o J.B.E.C.

1969 — Editado o AI-6 no Brasil.

1974

Incêndio no Edifício Joelma, em São Paulo, mata 179 e fere 300.–O Edifício Praça da Bandeira, ante­riormente denominado Edifício Joelma, é um prédio situado na cidade de São Paulo. Foi inaugu­rado em 1971. Com vinte e cin­co andares, sendo dez de gara­gem, localiza-se no número 225 da Avenida Nove de Julho, com outras duas fachadas para a Pra­ça da Bandeira, na lateral, e para a rua Santo Antônio, nos fundos. Tornou-se conhecido nacional­mente e internacionalmente em 1° de fevereiro de 1974, quando ainda tinha a denominação ori­ginal, e um grande incêndio em suas dependências ocasionou a morte de 191 pessoas e ferimen­tos em mais de trezentas. A tra­gédia acabou ajudando a espa­lhar entre a população rumores de que o terreno no qual o pré­dio foi erguido seria amaldiçoa­do, com especulações de que até o fim do século XIX teria sido um pelourinho. Fantasmas rondariam o local. Durante o incêndio, treze pessoas tentaram escapar por um elevador, mas não foram bem su­cedidas. Seus corpos, não identi­ficados, foram enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina. O fato acabaria sendo inspiração para o chamado Misté­rio das Treze Almas, às quais são atribuídos diversos milagres. Fun­cionários que já trabalharam no edifício revelam terem presencia­do aparições de espíritos, ouvido gritos e vozes, além de terem vis­to fenômenos estranhos, como faróis de carros vazios acende­rem e apagarem. A fama de que o local seria mal-assombrado au­mentou ainda mais após a divul­gação de que o terreno teria sido palco de assassinatos, no acon­tecimento trágico o qual ficou conhecido como Crime do Poço.

Kuala Lumpur é declarado território federal.

 

1978 — Criação da Academia da Força Aérea portuguesa.

1979 — Revolução Iraniana: o Ayatollah Ruhollah Khomeini re­gressa ao Irão.

1982 — Lançamento do micro­processador Intel 80286.

1987 — Instalada a Assembleia Nacional Constituinte no Brasil, presidida pelo deputado federal Ulysses Guimarães.

1992 — Inauguração da TV Tri­buna (Santos)

1998 — A Lituânia torna-se Mem­bro Associado da União Europeia.

 

2003

O Ônibus Espacial Columbia se desintegra sobre o estado do Texas, EUA no retorno à Terra, matando todos os sete astronautas.–Colum­bia foi o primeiro ônibus espacial construído pelos Estados Unidos, baseado no protótipo Enterprise. O ônibus espacial Columbia foi o primeiro de uma série de cin­co naves espaciais reaproveitá­veis. Esta nova forma de viajar ao espaço foi uma tentativa dos Es­tados Unidos de transformar os voos espaciais em lançamentos rotineiros, de forma a serem eco­nomicamente mais viáveis. Quan­do o Columbia foi lançado, em 12 de abril de 1981, a previsão que os primeiros modelos fariam até 100 voos e haveria uma média de 24 lançamentos por ano. Contudo, passados mais de 27 anos do pri­meiro lançamento foram realizados um total de 124 voos, tendo ocor­rido dois grandes desastres com a morte das duas tripulações, e o re­corde de lançamentos foi de ape­nas 9 em 1985.

Entra em vigor o Tratado de Nice

 

2005 — O rei Gyanendra do Ne­pal dissolveu o governo e declarou estado de emergência.

2006 — José Luis Rodríguez Za­patero visita os enclaves espanhois de Ceuta e Melilla em Marrocos, sendo a primeira vez de um chefe do governo espanhol em 26 anos.

 NASCIMENTOS:

1874 — Hugo von Hofmannsthal, escritor austríaco (m. 1929).

1878 — Charles Tate Regan, ictió­logo britânico (m. 1943).

1884 — Yevgeny Zamyatin, escritor russo (m. 1937). – Yevgeny Ivanovich Zamyatin foi um escritor russo, famo­so pelo seu romance Nós, a história de um futuro distópico que influenciou os romances Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, 1984, de George Or­well e Anthem, de Ayn Rand. Zamya­tin também escreveu vários contos, na forma de contos de fadas, que cons­tituíram uma crítica satírica do regi­me comunista russo. Um exemplo é uma história na qual o presidente de câmara decide que para fazer toda a gente feliz terá de fazer toda a gente igual. Começa por forçar toda a gente, ele próprio incluído, a viver num gran­de quartel, depois a rapar os cabelos para ser iguais aos calvos, e finalmente a tornar-se mentalmente deficientes para igualizar os níveis de inteligência com os deficientes mentais.

1894 — John Ford, cineasta estadu­nidense (m. 1973).

1901 — Clark Gable, ator estaduni­dense (m. 1960). – William Clark Gab­le foi um ator estadunidense. Em 1999 o prestigioso Instituto Americano do Cinema nomeou-o a sétima maior estrela masculina do cinema de to­dos os tempos.

1902 — Langston Hughes, escritor estadunidense (m. 1967).

1904 — José Marinho, filósofo por­tuguês (m. 1975).

1905 — Emilio Gino Segrè, físico italiano (m. 1989).

1907 — Camargo Guarnieri, maes­tro e compositor clássico brasilei­ro (n. 1993).

1915 – Alicia Rhett, atriz e pintora estadunidense (m. 2014). – Mary Ali­cia Rhett foi uma pintora e atriz esta­dunidense. Nocinema, émaislembra­da pela atuação no clássico E o vento levou (“Gone with the Wind”, 1939), onde interpretou India Wilkes, que era a rival da heroína Scarlett O’Ha­ra (Vivien Leigh). Apesar de relativa­mente pequeno, o papel de India Wil­kes possui relevância na trama, e isso garantiu a Rhett o momento onde, como atriz, se fez notar no cinema.

1948 — Rick James, cantor, com­positor e produtor estadunidense (m. 2004).

1950 — Cleberson Horsth, músi­co brasileiro.

1959 — Carlos Gerbase, cineas­ta brasileiro.

1965 – Brandon Lee, ator estaduni­dense (m. 1993).

 

 

 MORTES:

1851 — Mary Shelley, escritora britânica (n. 1797).–Mary Wolls­tonecraft Shelley, nascida Mary Wollstonecraft Godwin, mais co­nhecida por Mary Shelley, foi uma escritora britânica, filha do filóso­fo William Godwin e da feminis­ta e escritora Mary Wollstonecraft. Mary Shelley foi autora de contos, dramaturga, ensaísta, biógrafa e escritora de literatura de viagens, mais conhecida por seu romance gótico, Frankenstein: ou O Moder­no Prometeu (1818). Ela também editou e promoveu os trabalhos de seu marido, o poeta românti­co e filósofo Percy Bysshe Shelley, com quem se casou em 1816, após o suicídio de sua primeira esposa.

1855 — Wilhelm Ludwig von Es­chwege, geólogo, geógrafo e me­talurgista alemão (n. 1777).

1934 — Ernesto Nazareth, mú­sico brasileiro (n. 1863).

1934 — Ernesto Nazareth, mú­sico brasileiro (n. 1863).

1988 — Heather O’Rourke, atriz norte americana (n. 1975).–Hea­ther Michele O’Rourke foi uma atriz mirim americana, conheci­da pelo papel de Carol Anne Free­ling na trilogia dos filmes “Polter­geist”. Heather O’Rourke faleceu no Hospital Infantil de San Diego pouco depois do lançamento do terceiro filme da série Poltergeist, em 01 de Fevereiro de 1988, aos 12 anos.Heather já sofria de pro­blemas de saúde quando estava filmando “Poltergeist III–O Ca­pítulo Final”, que foi o último fil­me da série. Ela adoeceu de for­ma trágica alguns dias antes de morrer. Numa manhã ela estava se arrumando para ir ao hospital, mas ela caiu inconsciente. Seu pa­drasto então chamou os médicos e Heather foi levada para o hospi­tal em estado grave. Ela morreu na mesa de operações às 14h33m. Os médicos não conseguiram identi­ficar o motivo da doença a tempo de salvar a jovem garota. Somen­te depois de Heather estar faleci­da foi descoberto que a doença se tratava de um bloqueio intes­tinal. Uma cirurgia teria resolvi­do o problema e salvado a vida da promissora atriz.

2006 — Carlson Gracie, mes­tre de jiu-jitsu brasileiro (n. 1932).

2008–Beto Carrero, empresário brasileiro (n. 1937).–Beto Carre­ro, nome artístico de João Batista Sérgio Murad, foi um artista e em­presário brasileiro, idealizador do parque Beto Carrero que leva seu nome, Beto Carrero World, no mu­nicípio de Penha, no litoral norte do estado de Santa Catarina.

2011 — Sidney Cipriano, can­tor brasileiro (n. 1965).

2012 — Wisława Szymborska, escritora polonesa (n. 1923).

2017 — Sérvulo Esmeraldo, ar­tista brasileiro (n. 1929).

 

 


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