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Em entrevista, Luciano Huck responde se votaria em Bolsonaro ou Lula

O apresentador concedeu uma entrevista exclusiva à Veja na edição desta sexta-feira (17/9).

diario da manha

Luciano Huck concedeu uma entrevista exclusiva à Veja na edição desta sexta-feira (17/9). No bate-papo, o apresentador falou sobre a intenção de voto nas próximas eleições e se há chance de voltar atrás na decisão de não concorrer à presidência.

O global comentou sobre a possibilidade de uma terceira via e afirmou que está mais preocupado em debater um projeto de país. “Se formos olhar os últimos ciclos eleitorais, a formação do “grid” acontece nos últimos três, quatro meses antes do pleito, ou muito perto da campanha começar. Não acho que dessa vez será diferente. Mas me incomoda o debate público estar tão distante dos problemas reais das pessoas. Temos 15 milhões de desempregados, famílias passando fome, crianças sem aulas, nem 70% da população vacinada com duas doses, e ficamos discutindo armas, voto impresso, briga entre os poderes, fake news. Estou mais preocupado em debater um projeto de país, e não em ter um fulano, sicrano ou beltrano como candidato”, comentou.

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Questionado se votaria em Lula ou Bolsonaro, Luciano Huck foi direto em sua resposta: “Não quero fazer essa escolha agora. Prefiro contribuir para que não tenhamos só duas opções de escolha no ano que vem diante da urna eletrônica”.

Após assumir a vaga de Fausto Silva aos domingos, o apresentador comentou se ainda teria chance de concorrer à Presidência da República em 2022. “O maior desafio da minha vida começou há apenas quinze dias, e espero primeiro respeitar essa relação que tenho com a Globo e com o público. Estou atento às cascas de banana que colocam para mim”, respondeu.

“Muita gente falou que eu iria virar político, mas acho que já virei político faz tempo. Eu não pretendo sair do debate público. Não consigo ver um problema e não me sentir parte dele”.

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Luciano Huck também foi questionado sobre os atos bolsonaristas de 7 de setembro. Na época, afirmou que a democracia estava sob “ataque pandêmico”. “A democracia é, talvez, a maior conquista do Brasil enquanto sociedade, e a ameaça a ela tem de nos unir acima das nossas ideologias. A democracia deve ser defendida por todos — e, graças a Deus, os democratas são a enorme maioria no país. Sempre estarei do lado dos democratas”.

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