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Após furar fila da vacina, Wesley Safadão explica porque recusou acordo com Ministério Público

O Ministério Público do Ceará ofereceu um acordo para que a investigação aberta contra eles por furarem a fila da vacina contra a covid-19 fosse encerrada.

diario da manha

Wesley Safadão, a sua esposa Thyane Dantas, e a assessora do músico, Sabrina Tavares, recusaram um acordo oferecido pelo Ministério `Público do Ceará na quinta-feira, 28, para que a investigação aberta contra eles por furarem a fila da vacina contra a covid-19 fosse encerrada.

Na manhã desta sexta-feira, 29, o cantor usou as redes sociais para explicar a razão de ter negado o acordo proposto. De acordo com o artista, o órgão queria que ele se considerasse culpado pela vacinação irregular e pagasse uma quantia referente a R$ 1 milhão.

“Ontem tivemos mais um capítulo da história da vacina, tivemos uma reunião ontem pela manhã, com Ministério Público e infelizmente não chegamos a um acordo por dois motivos: 1- Queriam que eu me declarasse culpado; 2 – Queriam que eu pagasse uma quantia equivalente a quase um milhão de reais, sendo que para um cidadão comum é infinitamente menor o valor”, escreveu em seus stories do Instagram.

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Wesley Safadão negou que tenha furado a fila da vacinação e que “apenas tomou a vacina em outro lugar porque foi orientado” dessa maneira, devido à lotação do lugar de origem. “Sempre fui muito transparente com meu público, até demais! Se eu achasse que estava fazendo algo errado, ou cometendo um crime, vocês acham mesmo que eu publicaria? Claro, que fico muito triste com tudo isso, sei que errei, quem me conhece sabe meu coração e volto a dizer: Jamais faria algo assim se soubesse que era errado”, disse,

“Peço perdão à população da minha cidade, do meu país, hoje realmente vi que fui mal assessorado sobre me vacinar em outro local, me disseram que não tinha nenhum problema essa mudança e eu acreditei. Realmente fui mal orientado. Sei que errei e quero ser tratado como um cidadão e não da forma como estão querendo me tratar”, finalizou.

Como não houve acordo, o processo deve seguir normalmente, conforme o MPCE. A legislação não proíbe novas rodadas de negociação sobre a pena, mas permite que o órgão já ofereça denúncia à Justiça.

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