Entretenimento

No 'Encontro', Casagrande detona governo Bolsonaro: "Covarde, mentiroso e cruel"

Comentarista esportivo cobrou respostas por sumiço do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Perreira na Amazônia.

diario da manha

Convidado especial do ‘Encontro’ desta segunda-feira (13), Casagrande reagiu com emoção após a notícia de que foram encontrados os corpos do do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips e na Amazônia.

Visivelmente emocionado, lembrou da falta de esclarecimentos e cobrou soluções a respeito para o assassinato de Marielle Franco, Anderson Gomes, o indígena e o jornalista. “Durante essa homenagem que vocês mostraram agora, eu vi mensagens muito bacanas, como uma da Marielle, e agora a gente quer saber quem matou o Dom Phillips e o Bruno Pereira. Isso não pode ficar como está ficando o crime cometido contra a Marielle”.

“Eu quero falar uma coisa como cidadão brasileiro para a família dessas pessoas: o Brasil não é perverso, não é psicopata. O Brasil está assim. Nós temos um governo covarde, mentiroso, perverso e muito cruel. A crueldade está tendo aval. As pessoas não estão mais com medo de serem cruéis. Elas não tem medo de ofender, de serem racistas, homofóbicas, preconceituosas. Está tudo assinado, e com aval. E isso tudo machuca a gente”, criticou.

Leia também: Ivete Sangalo comandará programa solo nas tardes de domingo na Globo: “É um sonho antigo”

Recebendo o apoio da apresentadora Fátima Bernardes e da atriz Deborah Secco, Casagrande ainda acrescentou: “Quando não tem punição, quando se passa mais de anos, isso estimula e encoraja as pessoas. A gente não tem até hoje a elucidação completa [do assassinato da Marielle]. Os corpos encontrados vão ser periciados, mas a mulher do Phillips ter dito ao André Trigueiro que é o marido dela nos tira a esperança de tê-los vivos. Nós precisamos de uma Justiça atuante e rápida. Se não o que vem de cima estima os debaixo”.

Além disso, o comentarista disse que se sentia diante de um longa-metragem de terror com as notícias do Brasil. “Assusta esse momento. Não é nossa cara. Eu acho que é muito importante não ficar calado, sentado no camarote, assistindo a um filme de terror. Nós estamos participando [dessa história], somos figurantes, temos que falar que não estamos gostando. Dizer: eu quero mudar para filme de romance, de amor”, finalizou.

Comentários