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7 de janeiro na História

Redação DM

Publicado em 6 de janeiro de 2018 às 23:50 | Atualizado há 1 ano

ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS:

1131 — Canuto Lavard é assassi­nado em Haraldsted, Dinamarca, por seu primo, Magno I da Suécia.

1325 — Afonso IV torna-se rei de Portugal.

1549 — Criação de um governo central no Brasil, o chamado Go­verno-geral, sendo Tomé de Sou­sa o primeiro Governador-Geral.

1558 — França ocupa Calais, a última possessão inglesa em seu território.

1566 — Michele Ghisleri torna­-se Papa, futuro São Pio V.

1610 — Galileu Galilei obser­va as quatro maiores luas de Júpi­ter pela primeira vez (as quais são conhecidas como luas galileanas: Calisto, Europa, Ganímedes e Io). – Luas de Galileu, ou luas galilea­nas, é o nome usado para designar o conjunto dos satélites naturais de Júpiter descobertos por Galileu Ga­lilei: Europa, Ganímedes (ou Gani­medes), Io e Calisto. São também os maiores satélites naturais de Júpiter, com uma complexidade geológica que muito tem motivado os plane­tólogos. Os nomes das quatro luas são derivados de quatro paixões de Júpiter (ou Zeus) nas mitologias ro­mana e grega. Estes nomes foram dados por Simon Marius, que reivin­dicava a descoberta desses satélites. Em condições favoráveis, quando a posição da Terra e de Júpiter per­mitem que este último tenha a sua face iluminada voltada para o nos­so planeta, é possível visualizar es­ses quatro satélites com um teles­cópio caseiro, ou até mesmo com um bom binóculo.

1785 — O francês Jean-Pierre Blanchard e o americano John Jef­fries viajam de Dover, na Inglaterra, até Calais, na França em um balão de gás, tornando-se os primeiros a cruzaremoCanaldaManchapeloar.

1835 — HMS Beagle ancora no Arquipélago de Chonos, no sul do Chile.

1894 — William Kennedy Dick­son recebe uma patente para filmes.

1922 — Dáil Éireann ratifica o Tra­tado Anglo-Irlandês por uma vota­ção de 64-57.

1935 — Benito Mussolini e o mi­nistro das Relações Exteriores fran­cês Pierre Laval assinam o Acordo Franco-Italiano.

1942 — Segunda Guerra Mundial

Fim da batalha de Moscovo, com a contraofensiva soviética.

Começa o cerco da península de Bataan.

1945 — Segunda Guerra Mundial: o general britânico Bernard Mont­gomery realiza uma conferência de imprensa na qual reivindica crédi­to pela vitória na Batalha do Bulge.

1959 — Os Estados Unidos reco­nhecem o governo de Fidel Castro em Cuba, cinco dias após a toma­da de Havana por um grupo de re­volucionários.

1965 — Criação do Exército de Libertação Nacional da Colôm­bia. O Exército de Libertação Na­cional da Colômbia é uma organi­zação guerrilheira, de inspiração comunista e de caráter político– militar, criado em Simacota em 7 de janeiro de 1965, por Fabio Vas­quez Castaño, inspirado pela expe­riência bem sucedida da Revolução Cubana. É o segundo maior grupo rebelde da Colômbia (após as For­ças Armadas Revolucionárias da Colômbia , FARC) Numa socieda­de como a colombiana onde as de­sigualdades sociais se fazem sentir de forma gritante, este movimen­to atraiu desde o seu início vários padres católicos, inspirados pela Teologia da Libertação, movimen­to condenado pela Igreja Católica. Em 1966, a morte em combate de um destes religiosos, o padre guer­rilheiro Camilo Torres, adquire um elevado valor simbólico. Uma par­te significativa dos rendimentos do ELN advêm do “imposto de guer­ra”, a que sujeita as companhias pe­trolíferas, e dos sequestros a troco de resgate, “descobertos” no início dos anos de 1970. O ELN é respon­sável pela maioria dos seqüestros na Colômbia. Até a morte de seu lí­der histórico, Manuel Perez, um pa­dre espanhol que chefiou o movi­mento durante cerca duas décadas (até 1998), o ELN não se dedicava ao narcotráfico. Não detendo uma máquina militar que se compare à das FARC e não tendo hipótese no confronto direto com as forças do Governo, o ELN dedica-se princi­palmente à sabotagem de infra-es­truturas, nomeadamente da indús­tria petrolífera e da rede eléctrica. O ELN teve o seu apogeu durante a se­gunda metade da década de 1990, altura em que contou com cerca de trinta e cinco mil guerrilheiros. Hoje, tem nas suas fileiras perto de 20 mil homens, que dividem o seu trabalho entre a atividade militar e ações de carácter social. O Exército de Libertação Nacional, hoje lide­rado por Nicolás Rodríguez Bautis­ta (Gabino), tem sido afetado pela ação dos paramilitares de extrema­-direita que surgiram nos anos de 1980. Sua popularidade tem sido muito afetada pela crescente re­pulsa dos colombianos aos movi­mentos de esquerda, assim como por seu apoio aos paramilitares que os combatem.

1968 — Programa Surveyor: Sur­veyor 7, a última nave espacial da série Surveyor, é lançada da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral.

1979 — Terceira Guerra da In­dochina: Guerra cambojana-viet­namita: Phnom Penh cai median­te o avanço das tropas vietnamitas, expulsando Pol Pot e o Khmer Ver­melho.

1982— FundaçãodoMuseuAfro­-Brasileiro, em Salvador, Brasil.

1984 — Brunei se torna o sexto membro da Associação de Nações do Sudeste Asiático.

1985 — Agência Japonesa de Ex­ploração Aeroespacial lança a Sa­kigake, a primeira nave espacial interplanetária do Japão e a primei­ra sonda espacial a ser lançada por qualquer país que não os Estados Unidos ou a União Soviética.

1989 — Akihito torna-se Impe­rador do Japão e termina o perío­do Shōwa.

1998 — Programa Discovery: lan­çamento do Lunar Prospector.

1999 — Começa o julgamento no Senado do impeachment do presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton.

2015 — Atentado em Paris ao jornal satírico Charlie Hebdo deixa 12 mortos e 5 gravemente feridos. – Charlie Hebdo é um jornal semanal satírico francês. Ricamente ilustrado, ele publi­ca crónicas e relatórios sobre a política, a economia e a socie­dade francesas, mas também ocasionalmente jornalismo in­vestigativo com a publicação de reportagens sobre o estrangei­ro ou em áreas como as seitas, a extrema-direita, o cristianis­mo, o islamismo, o judaísmo, a cultura, entre outros temas.[1] A publicação frequentemen­te satiriza o Partido Comunis­ta Francês, o catolicismo con­servador, a hierarquia judaica e o fundamentalismo islâmi­co. O editorial se define como libertário anarquista, sendo um reduto muitíssimo diversifica­do do pensamento de esquer­da não oficial. De acordo com Charb, a redacção do jornal Charlie Hebdo “reflecte todos os componentes da esquerda plural, e mesmo os abstencio­nistas”. Para Ziraldo o jornal é corajoso na sua forma de fazer humor. No dia 7 de janeiro de 2015, em Paris, o semanário foi alvo de um novo ataque, terro­ristas fundamentalistas ataca­ram a sede do Charlie Hebdo, no XI distrito de Paris, suposta­mente, como forma de protes­to mais uma vez contra a edi­ção Sharía Hebdo, que em 2011 (data da publicação) já havia causado tumulto. O atentado resultou em–no mínimo–doze pessoas mortas, entre as quais Charb, Cabu, Honoré, Tignous, e Wolinski (cartunistas do jor­nal) e mais cinco feridas grave­mente. Das doze vítimas, onze morreram dentro da sede da edi­tora e um do lado de fora. 2 víti­mas eram policiais que faziam a guarda do local (incluindo a que foi vitimada do lado de fora da sede). O presidente francês, François Hollande, descreveu o ocorrido como “ataque terro­rista de grande covardia”. No dia seguinte ao ataque, os edi­tores sobreviventes do Charlie Hebdo anunciaram que a pu­blicação continuará, com a edi­ção da semana seguinte do jor­nal a ser publicado de acordo com o horário habitual, e com uma tiragem de 1 milhão de cópias, significativamente su­perior ao seu habitual 60.000. O governo francês concedeu quase €1 milhão para apoiar a revista. O Fundo de Imprensa Inovação Digital (francês: Fonds Google-AIPG pour l’Innovation Numérique de la presse), par­cialmente financiado pela Goo­gle, doou €250.000.

 

NASCIMENTOS:

1624 — Guarino Guarini, arqui­teto italiano (m. 1683).

1833 — Henry Enfield Roscoe, químico britânico (m. 1915).

1844 — Bernadette Soubirous, religiosa e santa francesa. (m. 1879)

1856 — Alexandre Brodowski, engenheiro polonês (m. 1899).

1899 — Francis Poulenc, com­positor francês (m. 1963). – Ele foi um compositor e pianista francês, membro do grupo Les Six, autor de obras que abarcam a maior parte dos géneros musicais, incluindo canção, música de câmara, orató­rio, ópera, música para bailado e música orquestral. O crítico Clau­de Rostand, num artigo do Paris­-Presse de Julho de 1950, descre­veu Poulenc como “meio monge, meio mau rapaz” (“le moine et le voyou”), uma etiqueta que lhe fi­cou associada para o resto da vida.

1916 — Elena Ceaușescu, po­lítica romena (m. 1989).–Ela foi uma cientista romena, esposa do líder comunista da Roménia, Ni­colae Ceaușescu, e vice-primeira­-ministra da Roménia.

1921 — Josué Guimarães, es­critor brasileiro (m. 1986).

1928 — William Peter Blatty, es­critor norte-americano (m. 2017).

1933 — Nicette Bruno, atriz brasileira. – Ela é uma atriz bra­sileirae empresária teatral. Ni­cette começou muito jovem sua carreira, atuando em Romeu e Julieta, de William Shakespea­re, em 1945. Com um currícu­lo extenso em várias produções de teatro, cinema e televisão. É uma das referências na história da teledramaturgia do país. Ni­cette também foi uma pioneira da televisão. Estreou na TV Tupi tão logo foi inaugurada, em 1950, fazendo participações esporá­dicas em recitais e teleteatros, como em A Corda.

1935 — Valeri Kubasov, cosmo­nauta soviético (m. 2014).

1940 — Lady Francisco, atriz brasileira.

1941 — John Ernest Walker, quí­mico britânico.

1948 — Ichiro Mizuki, cantor japonês.

1951 — Luiz Melodia, cantor e compositor brasileiro (m. 2017). – Luiz Carlos dos Santos mais co­nhecido como Luiz Melodia, foi um ator, cantor e compositor brasileiro de MPB, rock, blues, soul e samba. Filho do sambis­ta e compositor Oswaldo Melo­dia, de quem herdou o nome ar­tístico, cresceu no morro de São Carlos no bairro do Estácio. Foi casado com a cantora, compo­sitora e produtora Jane Reis de 1977 até sua morte, e era pai do rapper Mahal Reis (1980). Lan­ça seu primeiro LP em 1973, Pé­rola Negra. No “Festival Aber­tura”, competição musical da Rede Globo, consegue chegar à final com sua canção “Ébano”. Nas décadas seguintes Melodia lançou diversos álbuns e reali­zou shows no Brasil e na Euro­pa. Em 1987, apresentou-se em Chateauvallon, na França, e em Berna, Suíça. Em 1992, participou do “III Festival de Música de Fol­calquier”, na França, e, em 2004, do Festival de Jazz de Montreux, à beira do Lago Leman, onde se apresentou no Auditorium Stra­vinski, palco principal do festival. Participou do quarto disco solo do titã Sérgio Britto, lançado em setembro de 2011 (Purabossano­va). Em 2015, ganhou o 26º Prê­mio da Música Brasileira na ca­tegoria Melhor Cantor de MPB.

1956 — David Caruso, ator nor­te-americano.

1961 — Mara Lima, cantora brasileira.

1964 — Nicolas Cage, ator nor­te-americano.

 

MORTES:

1943 — Nikola Tesla, físico croa­ta (n. 1856). – Foi um inventor nos campos da engenharia mecâni­ca e electrotécnica, de etnia sér­via nascido na aldeia de Smiljan, Vojna Krajina, no território da atual Croácia. Era súdito do Im­pério Austríaco por nascimento e mais tarde tornou-se um cidadão estadunidense.[2] Tesla é muitas vezes descrito como um impor­tante cientista e inventor da mo­dernidade, um homem que “es­palhou luz sobre a face da Terra”. É mais conhecido pelas suas mui­tas contribuições revolucionárias no campo do electromagnetismo no fim do século XIX e início do século XX. As patentes de Tesla e o seu trabalho teórico formam as bases dos modernos sistemas de potência eléctrica em corrente al­ternada (AC), incluindo os siste­mas polifásicos de distribuição de energia e o motor AC, com os quais ajudou na introdução da Segunda Revolução Industrial. Depois da sua demonstração de transmissão sem fios (rádio) em 1894 e após ser o vencedor da “Guerra das Correntes”, tor­nou-se largamente respeitado como um dos maiores engenhei­ros electrotécnicos que trabalha­vam nos EUA.[5] Muitos dos seus primeiros trabalhos foram pio­neiros na moderna engenharia electrotécnica e muitas das suas descobertas foram importantes a desbravar caminho para o futu­ro. Durante este período, nos Es­tados Unidos, a fama de Tesla ri­valizou com a de qualquer outro inventor ou cientista da história e cultura popular,[6] mas devido à sua personalidade excêntrica e às suas afirmações aparente­mente bizarras e inacreditáveis sobre possíveis desenvolvimen­tos científicos, Tesla caiu even­tualmente no ostracismo e era visto como um cientista louco. Nunca tendo dado muita aten­ção às suas finanças, Tesla mor­reu empobrecido aos 86 anos. A unidade do Sistema Internacio­nal de Unidades (SI) que mede a densidade do fluxo magnéti­co ou a indução eletromagnéti­ca (geralmente conhecida como campo magnético “B”), o tesla, foi nomeada em sua honra (na Conférence Générale des Poids et Mesures, Paris, 1960), assim como o efeito Tesla da transmis­são sem-fio de energia para apa­relhos electrónicos com energia sem fio, que Tesla demonstrou numa escala menor (lâmpadas eléctricas) já em 1893 e aspira­va usar para a transmissão in­tercontinental de níveis indus­triais de energia no seu projeto inacabado da Wardenclyffe To­wer. À parte os seus trabalhos em electromagnetismo e engenharia electromecânica, Tesla contribuiu em diferentes medidas para o es­tabelecimento da robótica, con­trole remoto, radar e ciência com­putacional, e para a expansão da balística, física nuclear,[9] e física teórica. Em 1943 o Supremo Tri­bunal dos Estados Unidos acredi­tou-o como sendo o inventor do rádio.[10] Muitos das suas reali­zações foram usadas, com algu­ma controvérsia, para apoiar vá­rias pseudociências, teorias sobre OVNIs, e as primeiras formas de ocultismo New Age.

1951 — René Guénon, escritor francês (n. 1886).

1976 — Luís Sérgio Person, ator e diretor brasileiro (n. 1936).

1984 — Alfred Kastler, físico fran­cês (n. 1902).

2015 – Georges Wolinski, car­tunista e quadrinista francês (n. 1934). – Ele foi um cartunista e escritor de quadrinhos francês. Foi assassinado no massacre do Charlie Hebdo, um ataque ter­rorista ocorrido em 7 de janei­ro de 2015 em Paris.

 

 


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