“Avatar Fogo e Cinzas” mostra racha entre Na’vi e ascensão do temido Povo das Cinzas
Léo Carvalho
Publicado em 10 de dezembro de 2025 às 16:10 | Atualizado há 6 meses
“Avatar: Fogo e Cinzas”, novo filme de James Cameron que chega aos cinemas no dia 19 de dezembro, mergulha Pandora em um conflito ainda mais intenso, só que não entre humanos e Na’vi, mas entre os próprios filhos de Eywa. A trama apresenta os Ash People (ou Povo das Cinzas), uma tribo marcada pela ira e pela ruptura com a natureza, que desafia a harmonia vista nos filmes anteriores.
A líder dessa nova facção, Varang, interpretada por Oona Chaplin, surge como uma figura carismática e temida. Cameron descreve o grupo como “Na’vi apóstatas”, seres que se voltaram contra os ensinamentos espirituais de Eywa. Essa mudança de perspectiva promete não apenas ação e visual impressionante, mas também dilemas morais sobre fé, abandono e redenção.
Com duração de mais de três horas e exibição em formatos premium como IMAX 3D e Dolby Cinema, o longa aposta em uma experiência imersiva que vai além do espetáculo visual. Segundo o diretor, o objetivo é mostrar que até em Pandora, um mundo símbolo de equilíbrio e beleza, as sombras também têm espaço para crescer.
Expectativa de bilheteria
As expectativas de bilheteria apontam para uma abertura doméstica (EUA) entre US$ 100 milhões e US$ 130 milhões no fim de semana de estreia, com projeção média de US$ 110 milhões, embora abaixo dos US$ 134 milhões de “O Caminho da Água”. Analistas veem potencial para ultrapassar US$ 2 bilhões globalmente, repetindo o sucesso dos antecessores que somaram mais de US$ 5 bilhões.
O filme teve custos de produção acima de US$ 400 milhões, sem contar marketing que pode elevar o total para mais de US$ 500 milhões, exigindo cerca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial só para empatar. James Cameron alerta que o desempenho definirá sequências futuras, dada a escala dos investimentos.