Dado Dolabella abre o jogo sobre acusações de agressão: ‘Fui covarde’
Redação
Publicado em 3 de novembro de 2025 às 13:13 | Atualizado há 7 meses
Dado Dolabella quebrou o silêncio sobre as acusações de violência contra algumas mulheres com quem namorou. Em entrevista ao “Domingo Espetacular”, da Record, o ator esclareceu a possível agressão na atual companheira, Marcela Tomaszewsk.
Ao jornalista Robert Cabrini, o famoso garantiu que não levantou a mão para a influencer, mas confessou que bateu em Luana Piovani, episódio que marcou os anos 2000. “Houve agressões mútuas naquele momento. Eu reconheço que a agredi. Eu estava saindo, pedindo para a gente ir embora para casa e a unha dela entrou no meu braço. Minha mão pegou com tudo nela e ela caiu no chão. Fui covarde, porque a mulher com o homem a força é completamente desproporcional”, disse.
A reportagem exibiu depoimentos da camareira de Luana na época, que também sofreu agressões ao ajudar a atriz. “Ele pegou pelos ombros e me jogou longe. Para amortecer o tombo, eu botei as mãos e caí. Quebrei os dois pulsos e o tendão, foram meses com braço engessado. [..] Eu só lembro da dor e nem sabia porque tinha sido agredida”, declarou.
“Realisticamente falando, tenho uma imagem terrível. Tenho raiva e nojo dessa imagem. A minha imagem foi destruída e não consigo trabalhar”, acrescentou Dado Dolabella, que voltou aos holofotes após ser acusado de agredir a atual namorada na última semana. “Devo um pedido de desculpas não só às mulheres que me acusaram, mas a todas as mulheres. Sou um ser humano, quero evoluir e ser melhor do que fui ontem”, disse.
Marcela Tomaszewski negou que teria sido agredita depois de uma discussão por conta de sal de comida. “Ele não tocou em mim. As marcas vermelhas são porque eu sou muito branca, sou descendente de polonês. Então, quando eu fico estressada, fico vermelha e me coço…Não protegeria um agressor em hipótese alguma. Eu não tenho receio de ser agredida por ele. Se eu tivesse, jamais botaria ele na minha casa e dentro da minha vida”, contou.
“Me informaram que a polícia estava na minha portaria, quando eu desci de pijama, o policial falou que eu deveria ir à delegacia prestar queixa porque houve uma agressão, além de barulhos no condomínio. Eu falei: ‘Não, senhor. Não houve uma agressão e não gostaria de ir para a delegacia’. Ele falou: ‘não, você tem que ir para a delegacia'”, finalizou.