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Ogait divide palco entre autorais e clássicos da MPB

Redação Online

Publicado em 11 de setembro de 2026 às 20:32 | Atualizado há 16 minutos

Tiago Araújo desenvolve trajetória musical entre diferentes instrumentos, projetos e linguagens | Foto: Divulgação
Tiago Araújo desenvolve trajetória musical entre diferentes instrumentos, projetos e linguagens | Foto: Divulgação

Carlos Pereira

Em novo show autoral, “Meio a Meio”, neste sábado (12), às 20h, no Tau Bar, Ogait, codinome artístico do trabalho autoral solo do músico Tiago Araújo, propõe apresentar metade de canções compostas por ele e a outra parte de músicas de compositores da MPB que influenciaram sua trajetória artística. Entre as referências estão Gilberto Gil, Caetano Veloso, Novos Baianos, Djavan e Clube da Esquina.

O show de voz e violão contará também com participações especiais de parceiros, tanto na parte de covers quanto no repertório autoral. Entre eles estão sua mãe, Dayse Kênya, poeta premiada em diversos concursos literários; seu irmão, o jornalista e músico Igor Pereira; e artistas amigos e parceiros de outros projetos culturais, como João Pedro Barnez, Ângela Vitorette e Alberto de Oliveira.

Na parte autoral, serão apresentadas músicas compostas desde os 15 anos de idade, em meados de 2015, até os dias atuais, entre elas “A Chuva Mói” e “Surto”. Já no repertório de MPB estão canções como “Clube da Esquina 2”, de Lô Borges, Milton Nascimento e Márcio Borges; “Trem Azul”, de Lô Borges e Ronaldo Bastos; “Mistérios do Planeta”, dos Novos Baianos; “Drão”, de Gilberto Gil; “Qualquer Coisa”, de Caetano Veloso; e “Oceano”, de Djavan.

No projeto autoral, Ogait atua como cantor, compositor e violonista. Suas composições abordam questões existenciais, sociais e emocionais, com jogos de palavras, ambiguidades e imagens poéticas.

Encontros

Além do projeto solo Ogait, Tiago Araújo atua em diversos encontros musicais e em diferentes estilos, em bandas, parcerias e trabalhos solo, como baixista, violonista, compositor e cantor. É músico, multi-instrumentista, compositor e educador. Graduado em Licenciatura em Música, com habilitação em Educação Musical, pela UFG, iniciou sua formação na ONG Criméia Resistência Comunitária, onde estudou entre 2013 e 2017. 

Como baixista, integrou projetos como Procedê, Distorce, Cógito, Os Rockefellers, Casquinha e UzBítu, banda dedicada à obra dos Beatles, como violonista fundou o  Duo Vinagrette, onde assume o violão e divide os vocais com Ângela Vitorette. 

Recentemente, iniciou um novo projeto com o músico Dênio de Paula, fazendo releituras das bandas históricas Mutantes e O Terço. Entre os trabalhos publicados estão o EP “Dark Days”, da banda Distorce; o EP “Rockefellers Mortos”; o single e videoclipe Antro Conspurcado, do Cógito; e o single “Paixão Proibida”, do Procedê.


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