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Goleada Histórica: Novorizontino humilha Palmeiras com 4 a 0 no Paulistão

Léo Carvalho

Publicado em 21 de janeiro de 2026 às 09:22 | Atualizado há 6 meses

Abel Ferreira foi direto na coletiva: "É um golpe duro. Será uma derrota maior se não aprendermos com isso." | Foto: Reprodução/Montagem
Abel Ferreira foi direto na coletiva: "É um golpe duro. Será uma derrota maior se não aprendermos com isso." | Foto: Reprodução/Montagem

Em noite para esquecer, o Palmeiras é massacrado pelo Novorizontino por 4 a 0 no Campeonato Paulista 2026, com hat-trick de Robson e gritos de ‘olé’ da torcida do Tigre: pior derrota da era Abel Ferreira expõe fragilidades defensivas e revolta da Fiel.​

O Novorizontino protagonizou uma das maiores zebras do futebol paulista recente ao golear o Palmeiras por 4 a 0, na noite da última terça-feira (20), no Estádio Jorge Ismael de Biasi, pela segunda rodada do Grupo C do Paulistão. Com gols todos de bola parada e contra-ataques letais, o time de Enderson Moreira explorou erros graves da defesa alviverde, que entrou em campo poupando titulares para o clássico contra o Corinthians.​

O pesadelo defensivo

O primeiro tempo já foi um alerta: aos 19 minutos, Robson abriu o placar de cabeça em cobrança de escanteio, aproveitando falha na marcação aérea. Aos 41, mais um cruzamento perfeito encontrou o atacante livre para fazer 2 a 0, deixando o Palmeiras atordoado. No segundo tempo, o castigo veio completo: Robson completou hat-trick aos 16 minutos após erro de Luighi, e Hélio Borges fechou o placar aos 26, com a torcida mandante cantando ‘olé’.​

Essa foi a maior derrota do Verdão nos últimos 10 anos e a pior sob o comando de Abel Ferreira, que poupou nomes como Weverton, Richard Ríos e Endrick. Jogadores da base, como Marcelo Lomba e Khellven, não seguraram a pressão, e o time terminou o jogo com apenas quatro finalizações.​

Reações e Consequências

Abel Ferreira foi direto na coletiva: “É um golpe duro. Será uma derrota maior se não aprendermos com isso”, alertando para a falta de competitividade. O uruguaio Piquerez assumiu a “vergonha” no vestiário: “O que vamos falar lá dentro fica lá”. Fora de campo, a revolta explodiu: a sede social do Palmeiras, no Palestra Itália, foi pichada com xingamentos a Leila Pereira e ao técnico.​

Memes inundaram as redes, com “vergonha” e “lambança” como palavras de ordem, enquanto o Novorizontino soma seis pontos e sonha com classificação.


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