Joaquim Cruz inicia trajeto em Taguatinga
Redação DM
Publicado em 4 de maio de 2016 às 00:55 | Atualizado há 10 anos
O centro de Taguatinga, cidade do Distrito Federal a cerca de 20 quilômetros do centro de Brasília, parou para assistir a passagem da tocha olímpica. E quem fez as honras da casa foi um campeão olímpico nascido na cidade: o ex-atleta Joaquim Cruz, ouro nos 800 metros nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, e prata na Olimpíada de Seul, em 1988.
A tocha de Cruz foi acesa no início da Avenida Central da cidade. Antes mesmo de receber o fogo olímpico, Cruz já não conseguia conter a emoção e até chorou. “É um grande momento para o esporte, um momento do povo brasileiro. A chama está acesa”, disse o atleta.
A população compareceu em peso para ver o símbolo dos Jogos Olímpicos passando pelas principais ruas de Taguatinga. O cordão de isolamento feito para deixar o caminho dos condutores livre não durou nem 200 metros do percurso: os espectadores tomaram a rua para acompanhar a tocha mais de perto, deixando a passagem tumultuada, o que comprometeu o ritmo dos condutores do fogo olímpico.
Nem o atraso de quase duas horas – a chegada estava prevista para as 14h14, mas o revezamento só começou de fato às 15h54 – desanimou o público, que fez muita festa para recepcionar o símbolo olímpico.
Depois de deixar a Avenida Comercial Sul, a chama seguiu para a Samdu Sul e a Vila Dimas, onde foi conduzida pelo nadador Thiago Pereira, o maior medalhista de todos os tempos nos Jogos Pan-Americanos e já classificado para os 200 metros medley na Olimpíada do Rio. O giro por Taguatinga terminou com uma parada na fábrica da Coca-Cola, uma das patrocinadoras do revezamento da tocha.