Jogo contra o Vasco pode ser vendido
Redação DM
Publicado em 5 de maio de 2016 às 02:14 | Atualizado há 10 anos
O torcedor vilanovense que estava ansioso para assistir uma grande partida com um grande time do futebol brasileiro pode ficar decepcionado novamente. O que aconteceu em 2014 poderá acontecer este ano. O jogo contra o Vasco da Gama, válido pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, deverá ser vendido para outro Estado.
O Vila Nova é o mandante e vê a possibilidade de conseguir enorme quantia em dinheiro para sanar as dívidas e principalmente bancar a reforma que está sendo feita no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA).
Por questões contratuais, o clube não pode revelar de forma oficial os valores oferecidos, mas especula-se que a quantia chega perto de R$ 1 milhão. A diretoria espera usar este dinheiro no OBA, que já está quase pronto para o início do Brasileiro Série B. A reforma teve orçamento inicial de R$ 500 mil, porém este foi apenas o valor inicial divulgado, os gastos até o momento e o total da obra no final ainda são incertos.
O presidente Gutemberg Veronez deu entrevista ontem à tarde para explicar a situação ao torcedor colorado. Ele pediu compreensão do torcedor, pois um único jogo pode deixar para sempre uma obra de grande importância que irá fortalecer o clube futuramente. O presidente disse que se tivesse desde o início do ano algo em torno de 10 mil sócios adimplentes, o Vila Nova teria total condição de bancar as reformas e as dívidas e não mandaria o jogo para fora de Goiânia.
Ainda não foi definido o local do jogo que será em uma terça-feira, dia 24 de maio. Já foram especuladas Brasília e até Cariacica, no Espírito Santo. O fato é que o Vila deve decidir no máximo até o próximo dia 13, pois o regulamento da CBF exige uma definição do local com 10 dias de antecedência.
Lateral
O lateral-direito Jefferson Feijão foi apresentado ontem à tarde no OBA. Feijão tem 29 anos e vem para ser titular na posição que mais teve improvisações até o momento na temporada. O jogador ganhou o apelido quando jogava nas categorias de base do Vila. O responsável foi Pedro Júnior, que ficou estarrecido ao ver a quantidade de feijão que ele comia na época.
Feijão veio da Caldense-MG e já passou por clubes de médio porte como Guarani, São Caetano, Bragantino, Icasa, Volta Redonda e Paraná.