Jogo travado
Redação DM
Publicado em 12 de fevereiro de 2016 às 00:59 | Atualizado há 1 ano
Vila Nova e Crac entraram em campo com campanhas igualadas. Ambos tinham uma vitória, um empate e uma derrota. Essa igualdade no aproveitamento se refletiu em campo com um empate, mas não de modo positivo. O jogo teve poucas chances, pouca torcida, pouca rivalidade e nenhum gol. O Crac saiu satisfeito com o resultado. Já o Vila Nova por outro lado perdeu a chance de assumir a 3ª colocação na classificação geral.
Agora o Tigrão está com cinco pontos em 2º lugar no grupo B e 4º no geral. O próximo desafio é segunda-feira (15), contra o Itumbiara, no Estádio JK. Já o Leão do Sul recebe a Anapolina, no domingo (14), no Genervino da Fonseca, em Catalão.
O Jogo
Com um 4-3-3, o Vila Nova tomou todas as rédeas da partida. Teve a posse de bola majoritariamente, porém nada criou. A primeira finalização decente para o gol aconteceu aos 12 minutos, Luis Fernando, de fora, bateu no meio do gol rasteiro.
Aos 20 minutos, o colorado teve dois escanteios seguidos causados por finalizações desviadas. Esse foi o momento que o Tigrão deu mais pressão para marcar o gol. Porém quem chegou mais perto foi o Crac. Aos 22 minutos, na primeira subida ao ataque, o Leão do Sul teve jogada aérea com Dimba, que cabeceou bem e obrigou Edson a fazer defesa a queima-roupa. No escanteio quase saiu o gol, a bola passou por todos e finalmente o Vila pôde respirar.
Aos 28 minutos, Mateus Anderson perdeu uma chance incrível, recebeu cara a cara com o goleiro antes da meia-lua, não finalizou e não conseguiu ser mais rápido que o inteligente arqueiro, que fechou o ângulo e abafou.
Ao longo do primeiro tempo, destaque para o goleiro Gilberto, que estava jogando adiantado, quase como um líbero. Gilberto interceptou importantes lançamentos de Robston e mostrou qualidade ao sair da pequena área.
Do lado do Tigrão destaque para o zagueiro Reginaldo: ganhou todas as jogadas dos seus adversário na boa, sem falta e saiu jogando simples, sem inventar. Possível titular para próximas partidas.
No final do primeiro tempo quem deu pressão foi o Crac, jogando no campo de ataque. O mesmo time também protagonizou o lance mais triste da etapa, quando em uma jogada, o goleiro Edson saiu para abafar o camisa 10 do Crac, Carlos André, que, na dividida, chutou a cara do guarda-redes, que recebeu atendimento demorado. Carlos André recebeu apenas amarelo.
Assim terminou o primeiro tempo, com Robston muito nervoso em campo cobrando dos companheiros. No segundo tempo o Vila fez duas mudanças. Sairam os atacantes Roger e Mateus Anderson e entraram o atacante Diego Cardoso e o meia Zotti. O Vila começou a jogar no 4-4-2. Aos 15 Luis Fernando sentiu e foi substituído por Bruno Oliveira.
O Vila chegou com perigo aos 21 em cobrança de falta de Bolt. Zotti melhorou bastante a articulação das jogadas, porém o Vila não teve fôlego para pressionar forte. O clima esquentou quando o Crac pediu um Fair Play em uma jogada, mas Zotti quase marcou um gol. A confusão foi instaurada e o clima acirrou. Carlos André soltou cotovelo em disputa com Robston, depois Zotti deu carrinho forte em Carlos André. O Vila ainda fez boas finalizações e, aos 49 minutos, um chute de Bolt desviado passou tirando tinta da trave. No final ficou 0 a 0.
