Lateral esquerdo admite psicológico instável no Goiano
Redação DM
Publicado em 11 de abril de 2018 às 01:55 | Atualizado há 8 anos
O Atlético estria na Série B do Campeonato Brasileiro na próxima sexta-feira (13), contra o Criciúma, às 20h30, no Estádio Olímpico, em Goiânia. Até agora foram 10 contratados, enquanto oito jogadores encerraram seus contratos com o clube e não defendem mais o rubro-negro. Nesta semana, o foco tem sido nos aspectos táticos e técnicos.
Na tarde de ontem, o técnico Claudio Tencati realizou o primeiro coletivo e esboçou o time titular com: Kléver; Jonathan, William Alves (Lucas Rocha), René Santos e Bruno Santos; Rômulo, Fernandes e Tomas Bastos; Cristhyan, Júlio César e Joanderson (Tito). O zagueiro e capitão William Alves sentiu o joelho e saiu mais cedo do treinamento, enquanto Tito foi testado na segunda parte. A escalação pode mudar a partir do momento em que os contratados começam a ser regularizados.
Para virar a chave do Campeonato Goiano, onde foi eliminado precocemente, em busca da Série B, o Atlético precisará superar dois quesitos principais: a parte física e, especialmente, o psicológico.
“Conversamos e vimos que o fator psicológico nos atrapalhou no futebol apresentado (no Goianão) e, com isso, ‘corremos errado’, como se diz na gíria. Então, agora é importantíssimo começar a Série B diante do torcedor. O Criciúma (primeiro adversário) é um time muito complicado. Então, começar com o pé direito, empurrados pela torcida, é relevante para nos dar confiança para a sequência da temporada”, afirmou o lateral esquerdo Bruno Santos
A última oportunidade em que o clube disputou a segunda divisão brasileira foi em 2016, quando se sagrou campeão. Apesar disso, o lateral esquerdo titular do time acredita que a pressão maior é pelo fato do time vir de um rebaixamento no nacional do ano passado e requer uma maior adaptação do elenco quanto a Série B.
“Temos pressão sim. Não só por esse fator de o último elenco na Série B ter sido campeão, mas pelo clube ter vindo também de um descenso da Série A. A diretoria, jogadores contratados, também vieram pelo objetivo de voltar para a primeira divisão e fazer um planejamento melhor do que o anterior. Claro que é uma competição mais difícil, mais disputada e com força física, então a gente tem que se adaptar rapidamente para dar conta do recado”, opinou Bruno Santos sobre a volta do Dragão à segunda divisão nacional.