PM defende ação contra corintianos no Maracanã
Redação DM
Publicado em 24 de outubro de 2016 às 23:56 | Atualizado há 10 anosApós a nota divulgada pelo Corinthians criticando as ações dos policiais e o confronto contra as torcidas organizadas do clube, o major Sílvio Luiz, do Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe), atendeu a imprensa nesta segunda-feira em Deodoro, zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo o comandante, todos os torcedores ficaram sem camisa, um ao lado do outro, nas arquibancadas do Maracanã para que a identificação daqueles que se envolveram na briga pudesse ser feita. Destes, 31 ainda se encontram sob custódia da polícia do Rio de Janeiro e agora aguardam audiência para descobrirem se irão presos ou soltos.
“Através das imagens vimos que muitos torcedores estavam sem camisa na confusão. Muitos foram identificados por tatuagens. Todos os torcedores ficaram sem camisa para evitar que escondessem acessórios e outras coisas. A ação se mostrou eficiente, porque conseguimos reconhecer todos os torcedores envolvidos direta ou indiretamente na confusão”, disse o comandante, se referindo às 67 pessoas detidas.
A longa espera dos corintianos dentro do estádio após o fim da partida, segundo o major Sílvio Luiz, se deu por conta do grande público rubro-negro que foi ao Maracanã no último domingo.