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Sem ter sido vazado, goleiro comemora estreia em casa

Redação DM

Publicado em 15 de maio de 2018 às 04:36 | Atualizado há 8 anos

Contratado por empréstimo jun­to ao Náutico até o fim da atual tem­porada, o goleiro Jefferson, de 25 anos, estreou com a camisa atleti­cana na última sexta-feira (11), dian­te do Londrina, em empate por 0 a 0. Com estilo arrojado, ao jogar adian­tado da meta e ter papel de liderança quando cobra bastante dos compa­nheiros no decorrer da partida, Jef­ferson agradou e deve permanecer entre os onze iniciais por hora.

A cereja do bolo na estreia do ar­queiro foi o fato de não ter levado gols contra o Tubarão. Apesar disso, a cautela é mantida, já que Jefferson foi pouco exigido e o Londrina acer­tou apenas uma bola em direção ao gol durante toda a partida – de 9, no total. Para manter a confiança, o go­leiro espera seguir intacto no próxi­mo confronto do Dragão, que será contra a Ponte Preta, em Campinas (SP), no sábado (19).

“É bom não sofrer gols. Traba­lho para sempre evitar sofrer gols. Foi uma estreia tranquila, até por­que não fui muito exigido. Com isso, pude passar tranquilidade para meus companheiros e para mim mesmo. Esta estreia foi de suma im­portância para iniciar uma sequên­cia de jogos sem sofrer gols. Agora preciso trabalhar para manter isso no próximo jogo”, decretou o golei­ro Jefferson.

O novo camisa 1 do Atlético ga­nhou a oportunidade de estrear en­tre os titulares após falhas do golei­ro Klever nas primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro da Série B. Vitorioso na competição de 2016 e no Dragão deste aquela tempora­da, o experiente arqueiro Klever vive oscilação sobre as traves e foi substi­tuído em decisão do técnico Claudio Tencati, que busca preservar o joga­dor. O substituto Jefferson lida bem com a situação do agora goleiro re­serva atleticano.

“Dá sim para ficar olho a olho com o Klever. Ele é um cara total­mente profissional e tem me dado total apoio. Preciso até dar para­béns por seu profissionalismo por me dar força neste momento. Não só ele, como os outros goleiros, os demais companheiros e a comis­são técnica. Infelizmente aconteceu essa situação com o Klever e fico triste pelo companheiro, pois nin­guém deseja estar nessa situação, mas são coisas do futebol. Aconte­ceu. Agora preciso dar sequência ao meu trabalho e aguardar a oportu­nidade que recebi”, opinou Jeffer­son, de 25 anos.

 

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