Esportes

Volante vê Tigre mais maduro do que em 2017

Redação DM

Publicado em 5 de outubro de 2018 às 01:36 | Atualizado há 8 anos

O volante Geovane é um dos jogadores do atual elenco do Ti­gre que possui maior identificação com o clube e com a torcida. No Ti­gre desde 2016, o atleta se transfor­mou em um dos líderes do grupo e em referência no meio de campo. Nessa reta final de Série B, o atleta se vê mais uma vez com a opor­tunidade de lutar por um heroico acesso à elite do futebol nacional.

Restam nove rodadas para o fi­nal do torneio e o Vila no momento ocupa a sétima colocação, com 44 pontos ganhos. Entretanto, a dis­tância para o G-4 é de apenas um ponto. Três times já conseguiram abrir certa vantagem em relação aos concorrentes (Fortaleza, Goiás e CSA-AL). Já a última vaga teori­camente estaria sendo disputada com cinco times (Avaí, Guarani, Atlético, Vila e Londrina).

O próximo compromisso do Tigre na competição é justamente contra um concorrente direto, o Atlético-GO. Sendo assim o clás­sico goiano, que ocorre amanhã, no Antônio Accioly, terá além da tradicional rivalidade o fator do confronto direto. Para Geovane a vitória é indispensável, mas o Ti­gre precisa manter o fator emo­cional controlado.

“Não vejo motivo para de­sespero. Ainda nos restam al­guns confrontos diretos. Lógico que precisamos de uma atenção maior para este jogo, porque uma vitória nesse momento será fun­damental, mas não podemos en­trar em campo desesperados. A cabeça tem que estar tranquila na reta final e precisamos seguir com aquilo que estamos construindo ao longo do campeonato”, disse.

O fator emocional foi um dos elementos que prejudicaram o Vila na reta final de Série B do ano pas­sado, quando o time também lu­tava pelo acesso, mas terminou a competição em sétimo. Segundo Geovane, a atual equipe, que tem média de idade de 29 anos, está muito mais experiente e acostu­mada com o clima de decisão.

“No ano passado foi justamen­te nesse momento que caímos de rendimento. Passamos 21 roda­das dentro do G-4 e perdemos forças na reta final, o que não po­deria ter acontecido. Já nesse ano ainda estamos na briga. Os joga­dores estão conscientes e todos trabalhando muito forte pelo mes­mo objetivo. Acredito que o gru­po atual é mais experiente e mais acostumado com momentos de decisão. Sabemos da importância desse acesso. Restam nove bata­lhas e espero que ainda possamos crescer nesse tiro final e cum­prir o nosso objetivo”, afirmou.

 

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