Covid-19 e vacinas
Redação DM
Publicado em 13 de dezembro de 2022 às 15:16 | Atualizado há 4 anosComecei com a versão dita “oficial”, até que percebi que me tinha de desviar, porque a verdade parecia não passar por aí.
Foi então que comecei a buscar informação além fronteiras. E nada batia certo. Havia claramente duas versões da mesma ciência. (E continua a haver.) Só que, agora, há um processo a decorrer contra a “versão oficial” e foi aceite. Trata-se de uma queixa crime de lesa humanidade com código de Nuremberga associado.
Há dois anos atrás ouvia uma bióloga espanhola dizer que vírus é vida (outros são da mesma opinião). A versão oficial diz que é morte. Outros cientistas defendiam que a vacina era necessária, outros afirmavam que tinham curado doentes de covid-19 com simples medicamentos. Ouvi enfermeiras e médicos denunciarem os protocolos usados nos hospitais, e que seguiam a versão governamental, porque não eram os corretos — a consequência era a morte. Ouvi médicos legistas que fizeram, secretamente, autópsias aos supostos mortos de covid-19 afirmarem que não tinham encontrado nenhum vírus, apenas bactérias. E poderia continuar…
E ouvi cientistas de muitos países: Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Itália, México, Argentina, Estados, Unidos, Canadá… e as vozes discordavam todas das versões oficiais.
Na universidade de Málaga, e após alguém ter surripiado um frasco da vacina, fizeram um exame ao conteúdo que, segundo a descrição do analista estava intacto, no recipiente não havia sinais de violação. Encontraram óxido de grafeno na mistura. Mais tarde, outros denunciaram a existência de hydra vulgaris na mesma.
Cientistas estadunidenses denunciam as próprias vacinas como sendo causadoras das próprias doenças. E as vozes discordantes da versão oficial são muitas — e aumentam de número. Há cientistas de todos os quadrantes contra a versão oficial (assim como há vozes discordantes sobre outros assuntos tão em voga).
Não defendo nenhuma. Mas há questões que se levantam. Sendo a ciência supostamente exata, baseada na experiência, como pode haver duas versões?
Sinto que algo não está bem. Não há que ter medo, há que procurar a verdade. Pode ser que o tribunal dê uma ajuda nesta confusão toda. A verdade é que o processo foi aceite e está a desenrolar-se.
Não me vacinei. Não tenciono vacinar-me. E agora que o volume das vozes discordantes contra as vacinas aumenta, sei que não o vou fazer. Cada vez parece mais claro que algo não bate certo, no meio de tudo isto. E não bate.