Opinião Pública

Cyberbullying e Saúde Mental Infanto-Juvenil em Goiânia

Redação Online

Publicado em 18 de julho de 2026 às 10:02 | Atualizado há 2 horas

Por Garibaldi Rizzo

O uso excessivo de telas, a comparação social e o cyberbullying geram uma crise global de saúde pública, afetando o cérebro em desenvolvimento de crianças e adolescentes. O consumo passivo de conteúdos digitais causa dependência e sérios impactos psicológicos.

Principais Impactos na Saúde MentalAnsiedade e Depressão: Redes sociais por mais de duas horas diárias duplicam o risco de sintomas depressivos.Distúrbios do Sono: A luz azul e o estímulo tardio geram insônia crônica e queda no rendimento escolar.

Distorção de Imagem: A comparação com corpos filtrados eleva taxas de transtornos alimentares, afetando sobretudo meninas.Burnout Digital Infantil: O esgotamento extremo causa crises de agressividade e abstinência na ausência de telas.Sinais de Alerta para Pais e EducadoresIsolamento social severo dentro de casa.Irritabilidade e explosões de raiva ao retirar os dispositivos.

Queda brusca no desempenho escolar e abandono de hobbies.Preocupação obsessiva com curtidas e validação online. Rede de Apoio e Tratamento pelo SUS em GoiâniaA Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a Secretaria de Estado da Saúde (SES) oferecem atendimento psicossocial gratuito focado no público infanto-juvenil (3 a 17 anos) por meio de equipes multidisciplinares.

Unidades Básicas de Saúde (UBS): Porta de entrada para casos leves a moderados, com triagem e encaminhamento. CAPSi Água Viva (Setor Sudoeste): Referência municipal para transtornos severos e vítimas de violência. Funciona de segunda a sexta, das 7h às 19h. CEESMI (Jardim Goiás): Centro estadual especializado em demandas como TDAH e ansiedade. Atende por demanda espontânea ou encaminhamento.

Canais de Ajuda: Agendamentos via teleatendimento do SUS local ou busca direta nos CAPS da região. Estratégias de Prevenção e LimitesTempo de Tela: Máximo de duas horas diárias de lazer digital para adolescentes, segundo a OMS. Zonas Livres: Proibição de aparelhos durante as refeições e nos quartos no período noturno. Controle Parental: Uso de ferramentas de monitoramento amparadas por diretrizes como o ECA Digital.

Arquiteto Garibaldi Rizzo

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