Opinião Pública

Gestão Caiado representa um marco histórico para as finanças de Goiás

Redação DM

Publicado em 6 de janeiro de 2023 às 17:19 | Atualizado há 4 anos

No julgamento das contas de governo do ano de 2021, terceiro ano da primeira gestão de Ronaldo Caiado, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Goiás Celmar Rech, relator das contas daquele ano, fez questão de destacar no seu relatório o quão importante foi para o Estado de Goiás a mudança de paradigmas empreendida por Caiado para o reequilíbrio das contas públicas. “O ano de 2021 representou um marco histórico para as finanças públicas do Estado de Goiás”, escreveu. 

De acordo com o relator, ao longo de mais de uma década, ano após ano, constatava-se a presença de um déficit estrutural aparentemente insuperável, no qual as receitas ordinárias não se mostravam suficientes para fazer frente ao pagamento do serviço da dívida, às vinculações constitucionais e às despesas com pessoal e custeio.

“Os tão necessários investimentos acabaram se reduzindo a uma ínfima parcela do orçamento ou, quando possível, custeados por operações de crédito cujos encargos adicionais terminaram por comprometer ainda mais as receitas futuras”, lembrou.

Ao final do seu primeiro mandato, encerrado no último dia 31 de dezembro, Ronaldo Caiado pôde comemorar o sucesso de uma gestão que, literalmente, devolveu Goiás aos goianos. De um rombo no caixa que beirava R$ 7 bilhões, herdado da gestão que se encerrou em 2018, Caiado chega ao final de 2022 com uma disponibilidade de Caixa Líquida perto de R$ 10 bilhões, a menor Dívida Consolidada Líquida das últimas décadas e o cumprimento das vinculações constitucionais bem acima do mínimo exigido.

Para se ter uma ideia da mudança de comportamento experimentada na gestão fiscal e financeira do Estado, entre 2011 e 2017, segundo ações de improbidade interpostas pelo Ministério Público contra o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), as vinculações constitucionais da Saúde e Educação ficaram quase R$ 3 bilhões abaixo do mínimo (R$ 553 milhões na Saúde e R$ 2,2 bilhões na educação). Na gestão Caiado, as vinculações superaram em cerca de R$ 1 bilhão o mínimo exigido pela constituição. 

O reequilíbrio das contas públicas e o respeito ao dinheiro do contribuinte permitiram que o governo de Ronaldo Caiado atingisse outros recordes históricos. Em 2021, os investimentos do governo chegaram a R$ 4,7 bilhões, ou 13,8% da receita, o que colocou Goiás entre os cinco entes da federação que mais investiram naquele ano. Em 2022, outros R$ 2,2 bilhões em investimentos foram empenhados pela gestão.

A mudança vivida pelo Estado de Goiás ao longo dos quatro anos da primeira gestão de Caiado foi, de fato, estrutural. Rompeu-se com a prática da corrupção sistêmica, a regionalização da saúde é uma realidade, a educação recebeu a atenção devida, servidores foram contemplados, prefeituras assistidas, a segurança pública devolveu tranquilidade aos moradores, e fornecedores e prestadores de serviços retomaram a confiança no governo. 

Diferente do primeiro mandato, Caiado inicia seu novo governo com as contas equilibradas, uma situação financeira confortável e, nas suas palavras, com o desejo maior ainda de melhorar o Estado e a vida das pessoas que aqui vivem. Não tenho dúvidas de que cumprirá, com folga, suas promessas. 


Administrador e editor do blog Opinando

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