Opinião Pública

Pensar Goiânia para frente, com olhos no futuro

Redação Online

Publicado em 12 de janeiro de 2026 às 10:59 | Atualizado há 5 meses

Por Garibaldi Rizzo

Preparar Goiânia para o futuro refere-se a iniciativas e programas voltados para o planejamento e desenvolvimento futuro da capital de Goiás, abrangendo áreas como infraestrutura urbana, mobilidade, sustentabilidade e inovação.

Essas iniciativas envolvem ações tanto do governo municipal quanto do estadual, e incluem: Plano de Mobilidade Urbana (PlanmobGyn): Um plano decenal (2024-2033) que define diretrizes para a mobilidade na cidade, com foco em transporte público, ciclovias e acessibilidade, buscando cidades mais sustentáveis e compactas.

Masterplan do Centro de Goiânia: Um conjunto de ações urbanísticas e de desenvolvimento urbano para a região central, que propõe o adensamento populacional e construtivo em áreas com boa oferta de transporte público, como os eixos de BRTs.

Programas de Reestruturação Asfáltica: Ações contínuas de recapeamento e revitalização de vias, como os programas “630 km” e “500 km”, visando melhorar a segurança e a fluidez do tráfego em todas as regiões da cidade.

Revitalização Ampla do Centro: Planos do Governo de Goiás para revitalizar o centro da cidade após a conclusão das obras na Praça Cívica.

Frente Parlamentar de Internacionalização: Iniciativa da Câmara Municipal para promover a cidade globalmente e estabelecer parcerias, como o programa Cidades-Irmãs.

Parcerias com o Estado: Colaborações entre a Prefeitura de Goiânia e o Governo do Estado em programas maiores, como o “Goiás na Frente”, para a realização de obras de infraestrutura.

O objetivo geral dessas ações é garantir um crescimento ordenado, sustentável e com mais qualidade de vida para os moradores de Goiânia. Para mais informações detalhadas sobre os projetos e documentos oficiais, você pode consultar o portal da Prefeitura de Goiânia e o site do Governo de Goiás.

Regionalização da capital: A reforma administrativa aprovada no final de 2024 estabelece a criação de até sete Administrações Regionais, que terão autonomia gerencial e a prerrogativa de planejar, coordenar e executar atividades e serviços em suas respectivas áreas.

Garibaldi Rizzo é arquiteto e urbanista.

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