Agronegócio, um oásis na economia nacional
Redação DM
Publicado em 3 de novembro de 2015 às 21:31 | Atualizado há 11 anosVivemos uma crise econômica mundial com graves reflexos na economia brasileira. Isto é sabido e sentido por todos. No entanto temos setores de nossa economia que mostram sua força e nos trazem boas notícias em meio a uma série de informações ruins. E um destes setores é o esteio da economia de Goiás, estado do qual me orgulho em representar, e tem sido fundamental para a balança comercial brasileira: o agronegócio.
Acabamos de receber a informação de que o saldo comercial do agronegócio brasileiro fechou o mês de setembro deste ano em quase seis bilhões e trezentos milhões de dólares. A informação é da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Nossas exportações ultrapassaram os sete bilhões e duzentos e quarenta milhões de dólares. Já as importações passaram de novecentos e cinquenta milhões de dólares. A participação do agronegócio, considerando o volume total das exportações brasileiras, aumentou de 42,3%, em setembro de 2014, para 44,8%, no mesmo mês deste ano.
Em setembro último, os embarques do agronegócio brasileiro foram liderados pelo complexo soja; carnes; produtores florestais; cereais, farinhas e preparações; e complexo sucroalcooleiro. Esses cinco produtores responderam por 74% das vendas externas do setor no mês passado.
Entre os blocos comerciais, a Ásia continua sendo a principal região na importação de produtos do agronegócio brasileiro, com compras de mais de três bilhões de dólares. As importações da União Europeia somaram US$ 1,4 bilhão; Nafta, US$ 605,87 milhões, Oriente Médio, US$ 562,91 milhões; África, US$ 495,76 milhões; e Europa Oriental, com US$ 228,68 milhões.
Tudo isto mostra a pujança deste setor de nossa economia onde temos alta tecnologia sendo aplicada na produção de alimentos que são vendidos em todos os cantos do mundo. Levam o nome de nosso agronegócio moderno, um dos poucos, senão o único, que não vive de subvenções estatais como é feito nos Estados Unidos e Europa.
Por estes números, pelo avanço tecnológico aplicado no segmento, quero parabenizar a todos que, de uma forma ou outra, participam da grande cadeia econômica representada pelo agronegócio brasileiro.
Sandes Júnior, radialista, apresentador de televisão, deputado federal (PP)