Coxinha com muito orgulho
Redação DM
Publicado em 22 de março de 2016 às 01:16 | Atualizado há 2 anosA tigrada nos chama de “coxinhas”, convencidos de que estão nos fazendo uma ofensa terrível. Eles estão redondamente enganados.
Ser coxinha é elogio, porque ruim mesmo é ser corrupto, é tirar do povo o que é do povo, é ter odor de coisa fétida típica dos alimentos estragados. Coxinha é coisa boa, tem sustança, mata a fome de qualquer um, indistintamente de raça ou classe social. É alimento barato e saboroso, democrático. Não é como o caviar, sempre ao alcance da esquerda chique petista. Não! Coxinha é macia, acolhedora e generosa como um colo de mãe. Já os que odeiam os coxinhas consideram normal roubar qualquer coisa que não lhes pertença, assim como a toda uma nação. Corrupto é duro, áspero, frio, escuro, enferrujado, arranha e fere todos a quem toca. Sugiro, pois, que assumamos a coxinha como a metáfora mais bonita e enaltecedora que poderia nos representar pelo desejo profundo e patriótico que temos de viver num país robusto, decente, que promova mesa farta para todos, onde a pobreza seja banida e o pobre alimentado em todos os sentidos: em educação de qualidade, saúde, saneamento, enfim, em oportunidades para construírem seu próprio futuro.
Por isso, ser coxinha dá um baita de um orgulho! E viva a coxinha, viva o povo brasileiro que carrega com amor a bandeira verde-amarela. Nota: dedico estas palavras também à senadora Gleisi Hoffman, que chamou de “coxinha de classe média” a um brasileiro que a contraditou. Afinal, eles odeiam ser contrariados.
(Eliana França Leme, via e-mail)
Repeteco salutar
Chico Anísio tinha um personagem chamado Sócrates cuja máxima era: “não precisa explicar, eu só queria entender”. Então um procurador foi indicado para ministro da Justiça e não pode assumir porque era legalmente impedido. Aí de forma brilhante foi indicado outro procurador. Este pode assumir porque tinha conseguido o cargo antes da Constituição de 1988. Direitos adquiridos segundo cláusulas “pétreas”. Cláusula pétrea é um vergonhoso artifício para proteger abusos adquiridos, pois criam duas situações para um mesmo caso. E relembrando história foi um cidadão de sobrenome Aragão que também motivou a queda de Jango em 1964. Quem sabe a história não se repete para o bem dos brasileiros. E estamos em março.
(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)
Evo Morales defendendo Dilma Rousseff, Lula e PT
Evo Morales presidente da Bolívia, condenou qualquer tentativa de golpe de estado contra sua homóloga brasileira Dilma Rousseff dizendo:” Ouvi dizer que no Brasil há um golpe de estado contra a companheira Dilma, contra Lula e contra o PT. Irmãos comandantes das Forças Armadas do Brasil, não permitiremos golpe de estado no Brasil, na América do Sul ou na América Latina, vamos defender as “democracias” e pessoalmente agiremos para defender a Dilma presidente do Brasil e o Partido dos Trabalhadores.” É inaceitável o silêncio das nossas FFAA diante dessas ameaças do ditador Evo Morales. Até quando nossos generais, brigadeiros, almirantes e seus comandados vão continuar aceitando esse tipo de provocação?
(Leônidas Marques, via e-mail)
Holofotes
Um ministro do STF numa palestra falou, sem citar quem, que um juiz não deve ficar impressionado por holofotes. Discordo de sua opinião se estiver se referindo à operação Lava Jato. É necessário sim muita luz para se enxergar o fim do túnel. Tem muito bandido dentro dele e em número ainda incalculável.
(Iria de Sá Dodde, via e-mail)
STF enroscado
E agora, excelentíssimos senhores ministros da Suprema Corte brasileira? As gravíssimas ofensas públicas feitas pelo ex-presidente Lula foram levadas ao ar pelas nossas emissoras de televisão, não há como alegar falta de provas, o próprio autor provou contra si mesmo e ainda humilhou nossos ministros do STF. Suas Excias estão dispostas a aplicar a devida punição de acordo com a justiça ou abaixarão a cabeça diante de tão graves ofensas aos representantes da Justiça? O exmo sr. ministro Gilmar Mendes reagiu e quer justiça, e os demais, que satisfação darão aos brasileiros que acompanharam os fatos e dispensam mais provas?
(Benone A. de Paiva, via e-mail)



