Brasil

Fim da pensão vitalícia de ex-governador do RS

Redação DM

Publicado em 29 de dezembro de 2015 às 22:13 | Atualizado há 11 anos

A jovem deputada estadual Any Ortiz (PPS) teve mérito ao propor o fim da pensão vitalícia de ex-governador, mas não deixa de ser uma meia-sola a proposta aprovada e sancionada pelo governador Ivo Sartori.

O correto seria acabar inclusive com as pensões dos ex-governadores que já mamam nas tetas do RS, particularmente aquelas havidas a partir da vigência da Carta de 1988, que não ampara tais privilégios? O fim das novas pensões vitalícias é uma meia-sola aprovada que não deixa de ser um início de moralização. Mas a deputada e Sartori tiveram o cuidado de não ficar mal com os ex-governadores, preservando as suas pensões, bem como as pensões de futuros governadores que passarão a receber a benesse por quatro anos depois de encerrado o mandato. Porém, Sartori é muito esperto, ele não teve coragem de se excluir da pensão vitalícia, ou seja, Sartori corrobora o dito popular:”Quem parte ou reparte e não fica com a maior parte, ou é burro ou não entende da arte.” Sartori não ficou com a maior parte, mas abocanhou a sua parte vitalícia. De burro Sartori não tem nada, mas de esperteza solerte demonstrou ser diplomado.

Como é difícil no País moralizar a coisa pública. O político não tem escrúpulo diante do contribuinte ou do trabalhador brasileiro, que precisa labutar muitos anos para fazer jus a modestas aposentadorias, enquanto ex-governadores, que receberam regiamente os seus salários pelo mandato desempenhado por pouco tempo, ainda se acham no direito de descolar pensão vitalícia. Assim, não é difícil concluir-se que há muitos ex-governadores que são larápios descarados do Erário Nacional.

(Júlio César Cardoso, via e-mail)


Não à CPMF

Vamos pensar juntos? A Saúde, no Brasil, está falida faz muito tempo, as filas de pacientes no SUS não nasceram hoje, doentes morrendo em macas nos corredores são uma realidade mais do que conhecida. Mas o realce da falência na Saúde no Rio de Janeiro (não por acaso, governado por aliado de Dilma), a desgraceira exposta na mídia televisiva tem um propósito específico: Justificar a Volta da CPMF, que será votada em fevereiro pelos calhordas dos nossos políticos e interessa sobremaneira Dilma Rousseff que seja aprovada, pois está babando para meter a mão nesse dinheiro! Vamos martelar o Não à CPMF! É tão importante quanto o Sim ao Impeachment!!!!

(Mara M. Assaf, via e-mail)


O malandro da ópera

Lula mais do que depressa usou o Facebook para manifestar apoio a Chico Buarque e aparecer bem na fita saindo em defesa do seu apoiador, que fora hostilizado por um grupo antipetista na zona sul do Rio de Janeiro.

Sobre a atuação da Polícia Federal no Instituto Lula, nem uma palavra. Repassou, como sempre, ao Paulo Okamoto a tarefa de explicar essa situação constrangedora.

Chico, quando criou a Ópera do Malandro, deve ter se inspirada em Lula, o maior malandro que o Brasil já conheceu.

(Ronaldo G. Ferraz, via e-mail)


2016, um ano que começa no vermelho

De uma coisa o PT pode se orgulhar: deixou os brasileiros literalmente no vermelho. Dívidas  por todos os lados, na conta bancária, no cartão, na escola dos filhos, na prestação da casa e do carro. Sem contar  o desemprego, a inflação, a taxa de juros. E basta o ano começar o governo acena com aumento de energia de mais 15%. E a bandeira vai continuar vermelha. 2015, um ano para esquecer e 2016, um ano em que o cidadão vai continuar pagando a conta do governo perdulário petista, aquele que acusa de golpista os que são contra a corrupção e o roubo nos cofres públicos. Portanto, golpe foi o que o governo do PT aplicou nos brasileiros.

(Izabel Avallone, via e-mail)


Para Dilma pensar

Trechos de um pronunciamento de Marco Túlio Cícero, político e orador romano, pronunciado em 63 a.C, que certamente servirá para a presidente Dilma Rousseff pensar e pensar muito, depois do encontro reservado que teve com o presidente do STF, Ricardo Lewandowski no exterior: “Até quando, ó Catalina, abusarás da nossa paciência? Por quanto tempo ainda há de zombar de nós essa tua loucura? A que extremos se há de precipitar a tua desenfreada audácia? Nem a guarda do Palatino, nem a ronda noturna da cidade, nem o temor do povo, nem a afluência de todos os homens de bem, nada disso conseguiu perturbar-te? Não te dás conta que os teus planos estão à vista de todos? Quem, dentre nós, pensas tu que ignora o que fizeste na noite passada e na precedente, onde estiveste, com quem te encontraste, que decisão tomaste?”

(Leônidas Marques, via e-mail)


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