Brasil

Goiás à frente do Brasil

Redação DM

Publicado em 6 de julho de 2016 às 03:02 | Atualizado há 10 anos

Enquanto diversos Estados brasileiros agonizam com o caos administrativo, principalmente aqueles governados por PMDB e PT, em Goiás a economia dá claros sinais de que a previsão do governador Marconi Perillo (PSDB) estava correta: seremos os primeiros a sair da crise. E isso não é obra do acaso. Mais ainda, as medidas de ajuste são oportunidade para constatarmos que a administração estadual se mantém à frente do Brasil em diversos outros indicadores essenciais para a promoção do bem estar público.

Sob a liderança de Marconi, e com a competência reconhecida da secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão, medidas duras, mas necessárias, foram tomadas ainda em 2014 com vistas a não deixar que a crise nacional tivesse efeitos ainda mais danosos sobre a administração pública estadual, o que poderia redundar em atrasos de pagamento dos funcionários e fornecedores e até na precarização ou interrupção de serviços essenciais para a população goiana.

É óbvio que, como político, Marconi Perillo sofreu desgastes com a implantação das medidas, mas agora, como gestor eficiente, começa a colher os resultados positivos da coragem de levar o ajuste fiscal adiante – que é exatamente o a sociedade quer e precisa.

Na transparência pública, o Governo de Goiás só tem motivos para comemorar o bom momento, fruto da atuação firme e modernizadora do governador Marconi Perillo. O Ministério Público Federal (MPF) divulgou no dia 8 de junho o Ranking Nacional de Transparência Pública. A excelente notícia é que Goiás saltou da 17ª para a 2ª posição no cumprimento da Lei de Acesso à Informação (LAI), com nota 9,8 numa escala de zero a dez. Para os contumazes detratores, isto é a lição de que não é necessário alarde para que mudanças perenes nos rumos da administração pública.

Em nível nacional, Marconi lidera o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central, que se tornou interlocutor entre os governadores da Região Centro-Oeste e parte do Norte. Uma das conquistas foi o atendimento à reivindicação, articulada e apresentada por Marconi ao presidente interino Michel Temer, de suspensão do pagamento das dívidas dos Estados com a União até o final 2016. Como resultado disso, o próprio governador foi incumbido de anunciar o acordo segundo o qual os valores devidos neste ano poderão ser pagos em 24 meses.

Para que tenhamos uma dimensão do efeito positivo da decisão nas contas públicas, no curtíssimo prazo, Goiás pagaria neste ano cerca de R$ 2 bilhões entre amortizações e juros. Com o alongamento, o Estado pagará 50% disso. Assim, R$ 1 bilhão de reais poderá ser usado para o início ou término de importantes obras em andamento ou para outras despesas urgentes do Estado. Perspectiva que causa arrepios na oposição, que, sem discurso, se limita a torcer pelo caos.

Paralelamente, o governador colhe os frutos de ter montado uma equipe de prestígio, com grande círculo em Brasília. O destaque, sem dúvida alguma, e para a secretária da Fazenda, citada em editorial da revista Época, que a insere no restrito grupo de gestores públicos que servem de exemplo ao Brasil. Segundo a revista, Ana Carla Abrão Costa é uma figura pública central no Brasil, que deve ser ouvida na tomada de decisões na economia. Avaliação que revela não apenas a capacidade de Ana Carla na condução do ajuste, mas a visão do governador, que a trouxe para a equipe, estabeleceu as diretrizes do ajuste e deu autonomia para a secretária ir mais longe. Isso atesta que Marconi é dos poucos homens públicos que não teme o brilho de seus auxiliares. Ao contrário: dá a eles o espaço para que avancem.

A última ótima notícia, também resultado de um governo que arregaçou as mangas para enfrentar a crise, veio para os trabalhadores. Nos cinco primeiros meses de 2016, Goiás foi o Estado que mais gerou empregos no Brasil. Os dados são do Ministério do Trabalho e Previdência, que registrou a abertura de 12.522 vagas de trabalho, o que corresponde a um aumento de 1,04% em relação ao mesmo período de 2015. Na média brasileira, a queda foi de 1,13% de janeiro a maio, comprovando que não só foram acertadas as medidas adotadas em 2014, mas que elas já apontam para a retomada do crescimento da economia goiana.

É isso que interessa ao cidadão, que não está interessado nas futricas, intrigas e mazelas de parte do mundo político. As reformas necessárias para que o Brasil mude passam pelos exemplos de Goiás e o presidente Michel Temer reconhece esse protagonismo ao adotar programas do Governo de Goiás em nível nacional, a exemplo do Programa Cheque Mais Moradia Reforma. Vale lembrar que o ingrato e vingativo Lula já havia copiado o programa Renda Cidadã, que batizou de Bolsa Família.

Agradar a todos é uma missão que transcende a condição humana e talvez nem seja possível. Portanto, os governantes sérios têm de atuar para fazer o possível, de forma concreta, tendo em mente que um governo está em permanente construção.

 

(João Aquino Batista, jornalista)


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