Interpretação: não de sonhos, mas da realidade
Redação DM
Publicado em 19 de dezembro de 2015 às 21:55 | Atualizado há 1 anoNabucodonosor, no segundo ano de seu reinado teve uns sonhos e o seu espírito se perturbou e o sono não vinha. Diante daquela situação incômoda o rei mandou chamar os encantadores, os adivinhadores, e os caldeus, para que interpretassem os sonhos. Não conseguiram e explicaram ao rei que não havia mortal sobre a terra que pudesse revelar o que ele exigia. Disseram que não morava com os homens aquele que podia atender o desejo de Nabucodonosor… Daniel, homem de Deus, para evitar o castigo que foi imposto pelo rei aos que não conseguiram interpretar os sonhos, pediu para que o chefe da guarda o levasse à presença de Nabucodonosor e lhe pediu que designasse o tempo para que ele, Daniel, revelasse ao rei a interpretação. Pôs-se a caminho e juntou-se a Ananias, Misael e Azarias para que juntos pedissem misericórdia ao Deus do céu para que pudessem interpretar os sonhos. Foram atendidos. Daniel recebeu do Criador a revelação e voltou à presença do rei e lhe deu ciência de tudo. A maioria dos brasileiros está tentando interpretar, não sonhos, mas sim a realidade que o Brasil vive hoje, uma verdadeira deturpação de valores. Ética e moral, estão em baixa. E o que é mais grave, quem deveria zelar para cobrar, está se misturando ao lixo da imoralidade. Milhões de brasileiros com certeza estão também com suas cabeças a mil, com o espírito perturbado e com insônia, como estava Nabucodonosor. Querem explicações para tamanha inversão de valores que tomou conta do nosso país. Busquemos, como fez Daniel e seus companheiros, a misericórdia de Deus. A revelação virá. Deixemos os sábios de lado. Interpretação é algo muito complicado. Um sábio pode interpretar certo, mas se outros sábios discordarem, prevalece a vontade da maioria.
(Jeovah Ferreira, via e-mail)
Grau de investimento
O Brasil até 2008 sempre foi classificado pelas agencias de avaliação de risco com o grau de país especulativo. Assim todos os governos até o primeiro mandato de Lula tinham esta pecha. O país não acabou e quando ganhou o grau de investimento continuou fazendo o que sempre fez.: gastando sempre mais do que arrecada e de maneira irresponsável. Passado este tempo cheguei a conclusão que sua promoção em 2008 ou foi um engano ou as agências que não são tão sérias como todo mundo fala também recebeu propina. Afinal naquele momento estava organizada no país o que veio a ser considerada a maior organização criminosa do mundo, não só pelo tamanho do rombo causado ao país como pela quantidade de membros. Não tem cadeia para todo mundo.
(Iria da Dá Dodde, via e-mail)
Reação de indignação
O ministro Gilmar Mendes do STF reagiu indignado a decisão majoritária de seus pares ao dizer que estavam tomando uma decisão casuística. Foi acompanhado também com veemência por Dias Toffoli (sic). E sequer foram questionados pelos colegas. Dias atrás a Ministra Carmem do mesmo STF disse que os brasileiros deveriam ter a mesma ousadia dos canalhas para salvar o Brasil. Pergunto a ministra: quem são os canalhas? Na minha opinião todos têm nome e sobrenome e estão encastelados em todos os poderes. E o Brasil depois desta decisão afundou mais um pouquinho.
(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)
Mega Sena
Quarta feira passada, 16/12, a Mega-Sena acumulou pela sexta vez seguida e poderá pagar R$187 milhões no próximo sábado, informa a Caixa que não disse se o possível felizardo já está encomendado. É muito curioso o grande número de políticos relacionados como ganhadores conforme informação do senador Alvaro Dias pela tribuna do Senado, mas não sita os nomes por se tratar de uma investigação sigilosa. O que não convence muitos brasileiros é o sistema de sorteio eletrônico, facilmente fraudável por um técnico em informática e quase impossível para ser descoberto. Porque não usar um sistema confiável como faz o Silvio Santos no SBT para sortear os seus felizardos e até hoje nunca foi questionado? Eu, sinceramente não acredito nos sorteios da Caixa e por isto não aposto e nem um centavo nesses jogos.
(Benone Augusto de Paiva, via e-mail)


