Brasil

Lula, o manda chuvas

Redação DM

Publicado em 8 de março de 2016 às 00:55 | Atualizado há 10 anos

Somos governados por pessoas extremamente covardes. Uma presidente que se deixa comandar pelo ex-presidente, que deveria se fechar em copas, pois tem muito a explicar a seus eleitores sobre seus passeios com a falta de ética, e a mesma não defende os ministros escolhidos por ela. Um ministro da Justiça se deixa intimidar por seu próprio partido político e foge da raia colocando em perigo a PF, que vem agindo de acordo com as leis e gozando de total independência em relação aos gostos de um ex-presidente, cidadão comum, e membros de seu partido. O pior dos mundos é que Dilma se deixa influenciar por Jaques Wagner que, por sua vez, também foi imposto por Lula para a escolha do novo ministro da Justiça. Nós, brasileiros, estamos vivendo o pior dos mundos, corrupção, inflação, rebaixamentos, desemprego, problemas econômicos, crise de honestidade, entre tantos desagrados, e só faltava ver a substituição, por vontade de Lula, do diretor da PF, Leandro Daiello. Até quando vamos ter de aturar Luiz Inácio dando ordens no Governo, nos Ministérios e por que não dizer até na Justiça. Só podemos concluir que esse senhor tem muito medo de sua vida pregressa.
(Leila E. Leitão, via e-mail)


 

 

Sr. Redator

A saída do ministro José Eduardo Cardozo provoca discussões entre os aliados e manifestações da oposição ao Governo Dilma. A questão tem de ser avaliada sob o prisma político e repercute mal as insinuações sobre possíveis mudanças no comportamento da Polícia Federal. Esse organismo tem agido com muita competência nos últimos anos. Pena que não tenha acontecido nos governos anteriores. Ou será que apenas nos tempos atuais os políticos e empresários agiram com incorreção?
(Uriel Villas Boas, via e-mail)


 

 

Histriônico


O pronunciamento de Lula (não foi entrevista, disso ele não gosta), bradado no Diretório do PT logo após o depoimento na Polícia Federal, consistiu num espetáculo histriônico dirigido aos poucos acólitos lá presentes. Em nada contribuiu para esclarecer a população sobre os reais motivos que levaram a Justiça, por ele atacada com veemência na ocasião, a decidir sobre a convocação, além de não permitir que os meios de comunicação, também vilipendiados em seu discurso, esclarecessem a opinião pública sobre as verdadeiras razões das investigações às quais está sendo submetido. Ao invés de falas vazias enaltecendo as conquistas dos pobres, nas quais nem eles mais acreditam, e execrando a elite, com a qual, no entanto, flertou durante e após o tempo de poder, mediante a promiscuidade com empreiteiras, estatais e bancos, melhor seria se tivesse a dignidade de enfrentar as suspeitas que pairam sobre sua conduta e se comportasse como um cidadão normal – o que realmente é – questionado pela sua justiça. Seria também decente de sua parte que esquecesse por algum tempo seus rompantes personalistas e, através do carisma que ainda julga possuir, ajudasse o Brasil a desatar os nós político, econômico e moral em que se encontra, resultantes do corrosivo populismo e da sofreguidão de segurar o poder a todo custo, que marcaram os últimos 13 anos, durante os quais foi e, de certa forma, continua sendo protagonista.
(Paulo Roberto Gotaç, via e-mail)


 

 

Reconhecimento


A sociedade que vive à mercê da bandidagem é toda agradecimento a essa digna magistrada que se preocupa com a população e com os policiais que combatem o crime. Precisamos nos unir em torno de propostas sérias e responsáveis, como a de acabar com essas audiências que colocam criminosos de volta às ruas com toda facilidade
(Eliane Faria, advogada, via e-mail)


 

 

Apoio
A juíza Placidina Pires é merecedora de todo apoio e reconhecimento por parte da sociedade por sua cruzada contra as Audiências de Custódia. Nós, policiais militares, que estamos na ponta de lança no combate ao crime, sabemos bem o quão tem sido inócuo nosso esforço em prender bandidos e vê-los soltos novamente em poucos dias.
(Tenente-coronel Ubiratan Reges de Jesus Júnior, presidente da Associação dos Oficiais da PM e BM de Goiás)


 
Inversão de valores


Ao permitir que os bandidos estejam de volta ao crime em tempo tão rápido, a Justiça comete uma injustiça para com a população e com os policiais que os prendem. Nós, população abandonada, ficamos reféns dos bandidos e presos em nossas casas e empresas.
(Wilmar Bernardo de Souza, empresário, via e-mail)

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