Nova meta é aprovada
Redação DM
Publicado em 4 de junho de 2016 às 02:49 | Atualizado há 1 ano
Se for verdade que nos menores frascos é que se encontram as melhores essências, o desacreditado interino presidente Michel Temer, surpreende, e passa bem, no seu 1º teste de votação no Congresso. A aprovação ao raiar do dia da nova meta de déficit fiscal de R$ 170,5 bilhões (herança da Dilma) para 2016, ocorreu mesmo com os parlamentares petistas fazendo o diabo tentando perturbar a ordem da votação. E sendo este apenas o primeiro passo de uma dura trajetória para recuperar os estragos cometidos pelo PT na nossa economia, o importante seria que os parlamentares da situação que comemoraram esta aprovação depois de exaustivas 16 horas no plenário, mantenham esse compromisso de votar a favor das muitas outras medidas saneadoras que serão enviadas para o nosso Parlamento, como desta anunciada pelo ministro Henrique Meirelles, que somente será permitido gasto público no limite do índice da inflação do ano anterior. E o Temer, que afirmou ter enfrentado bandidos quando foi secretário de Segurança Pública, no Governo de São Paulo, continue governando pensando na Nação, sem se incomodar com o terror das ameaças petistas…
(Paulo Panossian, via e-mail)
Imagens religiosas
Ridículas e sem noção a estilização das vestes de imagens religiosas. Ultimamente, o lugar ideal para se tornar conhecido e comentado é no Congresso. Lá, eles praticam todo tipo de “arte” que muito nos revoltam, envergonham e entristecem.
(Josuelina Carneiro, via e-mail)
Caça ao tesouro
Os investigadores da Operação Zelotes estão promovendo uma verdadeira caça ao tesouro dos piratas do Brasil. Significado de pirata: ladrão do mar. No caso em questão, ladrões da pátria. Neste estágio da busca descobriram que os R$ 2.5 milhões que pensavam ser o botim de guerra destinado a Luiz Cláudio Lula da Silva, já teve seu valor alterado para R$ 10 milhões. Bastou a quebra do sigilo bancário dele e de sua empresa para chegar no tesouro, ou parte dele, quem é que sabe? Estes bandidos tiveram muita competência para roubar, só não contavam com a expertise das equipes da Operação Zelotes, Lava Jato e outras para tirar o véu que os encobria.
(Mara Montezuma Assaf, via e-mail)
Todo cuidado é pouco
Confesso preocupação com a forma reativa com que o governo interino de Michel Temer tem tratado alguns temas que são de particular preocupação de todos os que, como eu, apoiaram o “Fora Dilma”. Não bastasse a nomeação de ministros “enrolados” com acusações – como se opções outras não existissem – e cingido pelos apelos tanto dos que desaprovaram a ausência feminina nos altos escalões, como pela gritaria dos privilegiados artistas “Rouanet”, irresignados com o rebaixamento do MinC à condição de secretaria, segue o Executivo, dia após dia, recuo após recuo, deixando preocupados a todos quantos aspiravam uma gestão mais assertiva e menos tíbia. Agora mesmo dão os jornais que ninguém menos que José Rainha (!), figurinha carimbada da delinquência nacional, condenado pela Justiça a mais de 30 anos de cadeia por desvios relacionados à Reforma Agrária, foi “recebido” em audiência no Planalto – talvez em sinal de agradecimento pelo fato de o indigitado ter ajudado a “distensionar” a invasão que o MST fez à fazenda de um ex-assessor de Temer no interior paulista. Sejam quais forem as razões, o presidente da República receber um agitador como José Rainha em Palácio é o fim da picada. Não bastasse, no mesmo dia, após o MTST invadir (!) o andar térreo do escritório da Presidência da República em São Paulo, o Ministério das Cidades divulgou nota confirmando novo recuo do governo na questão das contratações do programa Minha Casa Minha Vida, modalidade Entidades. Ora, se em cada queda de braço que ocorre o governo hesita ou recua, daqui a pouco vão perceber que quem gritar mais alto leva. Isso somado à aparente ausência de uma estratégia de comunicação – Temer até agora não se manifestou em Rede Nacional –, vai minando as bases do governo interino que aspira se perenizar até 2018 – sempre lembrando que Dilma ainda não é carta fora do baralho. Todo cuidado é pouco.
(Silvio Natal, via e-mail)


