O Brasil é nosso
Redação DM
Publicado em 21 de março de 2016 às 23:52 | Atualizado há 10 anosO momento que vivemos é grave e requer patriotismo dos brasileiros. Os problemas são muitos e de difícil solução. São derivados da omissão do governo nas áreas da política e da economia, principalmente. É hora do povo se unir, independente de opções religiosas, ideológicas e partidárias, e caminhar juntos. É hora de esquecer diferenças políticas, interesses partidários e focar na construção de um país livre, justo e soberano. Não é momento para confrontos entre brasileiros, todos vivem na mesma terra e tem os mesmos direitos e deveres para com a pátria. Cercear a liberdades de opinião e de manifestação é um ato de censura não cabível no país democrático. O Brasil é nosso, e por ele lutaremos com todas as forças. Jamais permitiremos que forças estranhas e contrárias a nossa tradição e cultura venham interferir na vida do nosso País.
As dificuldades que enfrentamos não nasceram hoje, é o somatório de problemas mal resolvidos ao longo da história. As consequências não poderiam ser diferentes, era apenas uma questão de tempo para os problemas se manifestarem, como estamos vendo. Nada que não possa ser resolvido com a união e com a força dos brasileiros. Falamos no início que o Brasil é nosso. Cremos que esse é o sentimento da maioria da população. O nosso desafio é não permitir que falsas e mal intencionadas lideranças se aproveitem da boa fé e da humildade do povo para implantar ideologias que não tem nada a ver com a nossa cultura. Acreditamos que os brasileiros estão suficientemente informados para não se deixarem enganar pelos falsos e maus líderes. Cremos que os brasileiros jamais vão permitir que a sua pátria seja maculada. Acreditamos que qualquer tentativa nesse sentido será rechaçada por todos. Porém, existe um ditado que diz: “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.” Assim sendo, o prudente é não confiar e afastar qualquer tentativa nesse sentido, cortando o mal pela raiz. Não há problema que não podemos resolver. As armas nós as temos, é a nossa inteligência e a nossa união. De posse dessas duas armas, se bem utilizadas, não há problema que não sejamos capazes de resolver.
A verdade é que não estamos preocupados com ideologias e nem com partidos políticos, queremos paz, trabalho, saúde, educação e condições dignas para vivermos. Partidos políticos, no Brasil, embora reconheçamos a sua importância para a democracia, infelizmente transformaram-se em moeda de troca, em profissão e instrumentos para viabilizar a prática de corrupção, como resta provado na bem-sucedida Operação Laja Jato. O certo é que não devemos nunca perder as esperanças e a fé. São elas que nos move a irmos para as ruas cobrar os nossos direitos e as mudanças que o país precisa. Para mudarmos o quadro político-administrativo que está aí, não basta apenas trocar Pedro por José e nem Maria por Joana, a questão é mais profunda, precisamos mudar princípios, conceitos, cultura e práticas. Caso contrário, é trocar seis por meia dúzia e sacrificar o doente e preservar a doença.
(Gercy Joaquim Camêlo, governador do Rotary International, Distrito 4530, Gestão 2012/2013)