Brasil

O verdadeiro cristão

Redação DM

Publicado em 25 de novembro de 2015 às 20:41 | Atualizado há 1 ano

O verdadeiro cristão não vota em candidato corrupto. Não tem acepção de pessoas. Não toma parte com a maioria para torcer o direito. Não aceita suborno. Não torce o direito para absolver o culpado ou condenar o inocente. Segue todos os mandamentos de Deus. Ajuda os mais necessitados. Não sustenta templos vazios, pois a verdadeira igreja é o próprio homem.

Amar o próximo é uma coisa, ser conivente com o errado é outra. Tem pessoas que misturam as coisas.

Ou você está do lado certo, ou você está do lado errado, não tem como estar dos dois lados ao mesmo tempo. Ou você é justo ou você não é, não tem como ser as duas coisas ao mesmo tempo. Ou você está com Deus, ou você está com o mundo, não pode estar com os dois ao mesmo tempo. Ou você serve a Deus ou você serve ao dinheiro e as coisas mundanas, não tem como servir aos dois ao mesmo tempo.

Disse Jesus: “Se vossa Justiça não exceder a dos fariseus de modo nenhum entrareis no Reino do Céu.” (Mateus 5:20)

(Daniel de Melo Costa, via e-mail)


Do vale ao caos

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Lá estavam elementos perigosos. Arsênio,  era um deles.  Aquele espaço deveria ser de segurança máxima.   Exigia cuidados redobrados. Os  agentes que ali trabalhavam  deveriam estar sempre atentos no intuito de  evitar um escape. A vigilância deveria ser constante e inspeções de risco no dia a dia não poderiam faltar. Tarde de 5 de novembro de 2015.  Inesperadamente aconteceu  uma fuga. Foi uma tragédia. Ocorreram danos irreversíveis. Os elementos perigosos mataram gente, animais irracionais, vegetação,  devastaram distritos e   contaminaram a quinta maior bacia hidrográfica do país, a Bacia do Rio Doce.  Os responsáveis pela tragédia em Mariana não podem ficar impunes.

(Jeovah Ferreira, via e-mail)


Fim do populismo

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Com a economia em frangalhos e truculência ao governar, a esquerda Argentina usou a mesma estratégia de vitimização e do “nós contra eles” aplicada por aqui.

A ironia é que talvez o exemplo de Dilma (do que poderia resultar emendar mais quatro anos num projeto de poder desastroso para a economia e por consequência para toda uma sociedade) tenha contribuído para que o populismo oportunista de Kirchner e seu candidato fosse suplantado. Arriba Argentina!

(Luis Carlos, via e-mail)

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