Adib defende construção de nova ponte entre Catalão e Davinópolis
Redação Online
Publicado em 30 de agosto de 2026 às 18:18 | Atualizado há 56 minutos
Adib Elias (MDB) defende a construção de uma nova ponte sobre o Rio São Marcos, entre Catalão e Davinópolis. Candidato a deputado estadual, ele pretende colocar a obra entre as prioridades da atuação parlamentar na Assembleia Legislativa, caso seja eleito dia 4 de outubro. O objetivo do ex-prefeito de Catalão é trabalhar pela obtenção dos recursos necessários para que o projeto, realizado pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) durante a gestão de Adib, avance para a execução.
“Quem passa pela ponte do Rio São Marcos conhece a situação. Estamos falando de uma estrutura com mais de seis décadas e que já não oferece as condições necessárias para uma ligação dessa importância. Catalão e Davinópolis precisam de uma ponte moderna, segura e preparada para acompanhar o desenvolvimento da região”, avalia.
A proposta de Adib é substituir a atual travessia, que comporta apenas um veículo por vez e, ainda assim, recebe caminhões de até 60 toneladas, por uma nova estrutura, com cerca de 100 metros de extensão, além de um novo traçado para a GO-210.
“Quando estive à frente da Seinfra, assumi essa demanda e fizemos o projeto. É um dos legados que deixamos e que agora nos permite avançar para a próxima etapa. Precisamos trabalhar junto ao Governo do Estado para garantir os recursos necessários e transformar esse projeto em obra. É essa luta que quero levar para a Assembleia Legislativa”, explica o catalano, que foi secretário da pasta até abril deste ano, quando se desincompatibilizou para disputar as eleições deste ano.
Além de melhorar a ligação entre Catalão e Davinópolis, tanto em termos de mobilidade quanto de segurança, a nova ponte é considerada estratégica para o escoamento da produção regional. A GO-210 é utilizada no transporte de pessoas e mercadorias e atende uma região marcada pela atividade produtiva, o que aumenta a importância de uma infraestrutura compatível com a circulação de cargas.
“Essa região cresceu, aumentou a produção e ampliou muito a movimentação de veículos pesados. Não podemos pensar no desenvolvimento das próximas décadas dependendo de uma infraestrutura construída para uma realidade completamente diferente. Precisamos de uma ponte que responda às necessidades de hoje e que esteja preparada para o futuro”, justifica.