Política

Alanna Albernaz, musa das eleições

Redação DM

Publicado em 4 de outubro de 2018 às 04:46 | Atualizado há 8 anos

Musa das eleições de 2018, em Goiás, ela contribuiu à instalação da Ouvidoria da Prefeitura Mu­nicipal de Goiânia, sob a gestão de Paulo Garcia, morto em 2017. Cult, gauche, bela e sensual, com longas madeixas lisas e negras a escorrer pelas costas, a sua plata­forma é republicana. Contra o pa­trimonialismo: a relação promís­cua entre os vícios públicos para obter benefícios privados. De re­cusa à escalada conservadora de Jair Bolsonaro [PSL]. Candidata a deputada federal, quer integrar eventual bancada do PT para dar sustentação a Fernando Haddad, caso o ex-ministro da Educação seja eleito no primeiro ou segun­do turnos de 2018. O seu nome é Alanna Albernaz. Com Kátia Ma­ria ao Palácio das Esmeraldas. Luís Cesar, ao Senado Federal.

– Fernando Haddad chegará à frente de Jair Bolsonaro dia 7 de outubro, domingo.

Animada, ela faz a defesa das mulheres. A maioria da popu­lação no Brasil, hoje: 53%, diz. A ex-ouvidora do município de Goiânia frisa ainda condenar a violação dos direitos dos negros, LGBTs, quilombolas, indígenas, das crianças, adolescentes e ido­sos. O Brasil deve adotar um en­saio desenvolvimentista, medidas republicanas para acabar com a corrupção, nas três esferas de po­der, atira. Mais: o modelo dos Es­tados Unidos para a regulação da mídia, impedir a formação de mo­nopólios, com pensamento úni­co e a ausência de pluralidade de opinião, explica. A agenda neoli­beral fracassou na América Lati­na, pontua. Vejam o caos e a crise na Argentina, de Maurício Macri, e o final melancólico de Michel Temer, pós-golpe de 2016, fuzila.

– O Brasil voltará a ser feliz a par­tir de 1 de janeiro de 2019. Lula livre!

 

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