Aliança com PSDB de Marconi expõe desejo pessoal de Mendanha
Redação DM
Publicado em 2 de março de 2022 às 14:29 | Atualizado há 4 anos
Fio Direto
Desgaste
A notícia de que o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (sem partido), vai mesmo renunciar ao cargo até final de março para concorrer ao governo de Goiás já começou a gerar reações típicas de campanha. Emedebistas e governistas dizem que com a saída de Mendanha vai ficar muito claro o quanto o legado de Maguito Vilela, padrinho político do prefeito, foi negligenciado na cidade.
Confronto direto
Enquanto a gestão de Ronaldo Caiado (União Brasil) elevou Goiás no ranking de Competitividade dos Estados em três posições – Goiás passou de 13º para 10º -, o município de Aparecida de Goiânia, sob a gestão de Gustavo Mendanha (sem partido), caiu sete posições no Ranking de Competitividade dos Municípios. Com isso, o município de Aparecida de Goiânia agora é 209º colocado no geral.
Desejo pessoal
A entrevista do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, ao jornalista Caio Salgado, do O Popular, corrobora o entendimento de que as alianças políticas ventiladas pela oposição goiana não estão centradas no objetivo de trazer projetos para o Estado, mas no desejo pessoal de vencer o atual governador Ronaldo Caiado.
Tá Fora
Jorcelino Braga, presidente do Patriota, partido que tem sido considerado por Gustavo Mendanha (sem partido) como uma das possíveis legendas para sustentar sua pretensa candidatura ao governo, principalmente depois dos revés com PL e esvaziamento do Podemos, teria dito, com todas as letras, que é zero a chance de participar de uma coligação que tenha Marconi Perillo (PSDB) como integrante.
É o contrário
Enquanto a oposição fala em incompetência do atual governador Ronaldo Caiado (União Brasil), os números vão dizendo o contrário. Além do resultado superavitário de 2021 (orçamentário e de caixa), Goiás foi um dos estados que mais investiram em 2021, ficando em 5º lugar. De acordo com relatório da Secretaria do Tesouro Nacional, o governo de Caiado investiu R$ 4,7 bilhões no ano passado, ou 13,8% da sua receita total.
Vai continuar
Para 2022, o Governo de Goiás promete investimentos na ordem de R$ 3,6 bilhões, o que só será possível graças às medidas de ajuste fiscal adotadas pelo governador Ronaldo Caiado (União Brasil) desde o início da gestão, quando recebeu o Estado em situação falimentar, com um rombo apontado pela área técnica do TCE-GO de mais de R$ 7 bilhões.
Para 2026
Embora siga disposto a lançar sua candidatura ao Senado, o deputado federal Delegado Waldir (União Brasil) tem recebido apelo dos seus correligionários para sair candidato à reeleição e liderar a corrida à Câmara dos Deputados. Segundo seus aliados, Waldir, campeão de votos, pode contribuir e muito para o objetivo do partido, que é eleger ao menos oito deputados federais.
Ucrânia: diante da invasão russa, não há espaço para neutralidade
Em tom de críticas ao governo brasileiro, cujo presidente Jair Bolsonaro disse, em entrevista, que o Brasil manterá posição de neutralidade diante da invasão da Rússia ao país vizinho, o governo da Ucrânia afirmou que “não há espaço para neutralidade na situação atual. Todos precisamos nos levantar para defender nossos princípios básicos. Eles garantem a todos os países sua soberania, integridade territorial e existência”.
Para a embaixadora ucraniana, Yevheniia Filipenko, chegou o momento de os países “tomarem a decisão de ficar do lado certo da história”. Apesar do posicionamento do presidente brasileiro, o Itamaraty tem tomado uma postura na ONU que tenta respeitar os princípios do direito internacional. As informações são do portal UOL.
Linha cruzada
Depois de alegar que a Lei que cria o novo sistema de transporte coletivo da região Metropolitana da capital, aprovada na Assembleia Legislativa de Goiás, seria inconstitucional, o município de Aparecida de Goiânia volta atrás e afirma que nunca houve resistência política à reformulação do transporte público. A fala é do Procurador-geral do Município, Fábio Camargo, que diz que o município vai buscar formas de viabilizar, no orçamento deste ano, o custo com a reformulação do transporte coletivo na região Metropolitana.
O quarto mandato de Marconi Perillo (PSDB) à frente do executivo goiano terminou de forma melancólica, fato que levou o Tribunal de Contas do Estado de Goiás a opinar pela rejeição das contas do tucano de 2018. Naquele mesmo ano, Perillo sofreu uma acachapante derrota para o Senado Federal, sendo apenas o quinto colocado na disputa, obtendo pouco mais de 500 mil votos. Agora, tentando retornar à cena política, Perillo se aproxima de Gustavo Mendanha (sem partido), prefeito de Aparecida de Goiânia, na busca de uma aliança que, é consenso entre analistas e políticos goianos, não guarda o menor viés ideológico, mas apenas uma vontade das partes em derrotar o atual governador e candidato à reeleição, Ronaldo Caiado (União Brasil). Com prazo máximo até o dia 2 de abril próximo para renunciar ao cargo de prefeito da segunda maior cidade de Goiás e se filiar a um partido para tentar a sorte no pleito de outubro próximo, Gustavo Mendanha abdica, de antemão, caso consolide mesmo a aliança com Perillo, da possibilidade de incorporar o discurso que vinha ensaiando desde que sua candidatura ao governo de Goiás foi aventada, qual seja, o da renovação, que tinha mais a ver com sua idade (ele tem 39 anos) do que com qualquer projeto para o Estado, propriamente dito, até porque ele não tem nenhum. Se aliando com os tucanos, Mendanha, automaticamente, assume todo o passivo deixado pelo governo do PSDB: o descalabro fiscal e financeiro apontado pelo TCE-GO em mais de R$ 7 bilhões, incluindo as folhas de novembro de dezembro de 2018, que não foram pagas pelo governo tucano. Vê-se, muito claramente, que a união de Mendanha e Perillo, em se efetivando de fato, é a representação máxima do pragmatismo político tão em voga no Brasil. Longe de renovação, o que deve mesmo marcar o discurso de Mendanha será a pecha de retrocesso e o indisfarçável desejo pessoal de derrotar Daniel Vilela e Ronaldo Caiado.
Fio Direto
Desgaste
A notícia de que o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (sem partido), vai mesmo renunciar ao cargo até final de março para concorrer ao governo de Goiás já começou a gerar reações típicas de campanha. Emedebistas e governistas dizem que com a saída de Mendanha vai ficar muito claro o quanto o legado de Maguito Vilela, padrinho político do prefeito, foi negligenciado na cidade.
Confronto direto
Enquanto a gestão de Ronaldo Caiado (União Brasil) elevou Goiás no ranking de Competitividade dos Estados em três posições – Goiás passou de 13º para 10º -, o município de Aparecida de Goiânia, sob a gestão de Gustavo Mendanha (sem partido), caiu sete posições no Ranking de Competitividade dos Municípios. Com isso, o município de Aparecida de Goiânia agora é 209º colocado no geral.
Desejo pessoal
A entrevista do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, ao jornalista Caio Salgado, do O Popular, corrobora o entendimento de que as alianças políticas ventiladas pela oposição goiana não estão centradas no objetivo de trazer projetos para o Estado, mas no desejo pessoal de vencer o atual governador Ronaldo Caiado.
Tá Fora
Jorcelino Braga, presidente do Patriota, partido que tem sido considerado por Gustavo Mendanha (sem partido) como uma das possíveis legendas para sustentar sua pretensa candidatura ao governo, principalmente depois dos revés com PL e esvaziamento do Podemos, teria dito, com todas as letras, que é zero a chance de participar de uma coligação que tenha Marconi Perillo (PSDB) como integrante.
É o contrário
Enquanto a oposição fala em incompetência do atual governador Ronaldo Caiado (União Brasil), os números vão dizendo o contrário. Além do resultado superavitário de 2021 (orçamentário e de caixa), Goiás foi um dos estados que mais investiram em 2021, ficando em 5º lugar. De acordo com relatório da Secretaria do Tesouro Nacional, o governo de Caiado investiu R$ 4,7 bilhões no ano passado, ou 13,8% da sua receita total.
Vai continuar
Para 2022, o Governo de Goiás promete investimentos na ordem de R$ 3,6 bilhões, o que só será possível graças às medidas de ajuste fiscal adotadas pelo governador Ronaldo Caiado (União Brasil) desde o início da gestão, quando recebeu o Estado em situação falimentar, com um rombo apontado pela área técnica do TCE-GO de mais de R$ 7 bilhões.
Para 2026
Embora siga disposto a lançar sua candidatura ao Senado, o deputado federal Delegado Waldir (União Brasil) tem recebido apelo dos seus correligionários para sair candidato à reeleição e liderar a corrida à Câmara dos Deputados. Segundo seus aliados, Waldir, campeão de votos, pode contribuir e muito para o objetivo do partido, que é eleger ao menos oito deputados federais.
Ucrânia: diante da invasão russa, não há espaço para neutralidade
Em tom de críticas ao governo brasileiro, cujo presidente Jair Bolsonaro disse, em entrevista, que o Brasil manterá posição de neutralidade diante da invasão da Rússia ao país vizinho, o governo da Ucrânia afirmou que “não há espaço para neutralidade na situação atual. Todos precisamos nos levantar para defender nossos princípios básicos. Eles garantem a todos os países sua soberania, integridade territorial e existência”.
Para a embaixadora ucraniana, Yevheniia Filipenko, chegou o momento de os países “tomarem a decisão de ficar do lado certo da história”. Apesar do posicionamento do presidente brasileiro, o Itamaraty tem tomado uma postura na ONU que tenta respeitar os princípios do direito internacional. As informações são do portal UOL.
Linha cruzada
Depois de alegar que a Lei que cria o novo sistema de transporte coletivo da região Metropolitana da capital, aprovada na Assembleia Legislativa de Goiás, seria inconstitucional, o município de Aparecida de Goiânia volta atrás e afirma que nunca houve resistência política à reformulação do transporte público. A fala é do Procurador-geral do Município, Fábio Camargo, que diz que o município vai buscar formas de viabilizar, no orçamento deste ano, o custo com a reformulação do transporte coletivo na região Metropolitana.