Após colapso em hospitais, Governo precisou refazer sistema de saúde
Redação DM
Publicado em 3 de junho de 2022 às 18:41 | Atualizado há 2 anos

ameaçados de fechar e falta de regionalização
Uma das principais heranças positivas das gestões anteriores foi justamente a construção de um hospital de urgências em Goiânia na região Noroeste. Mas o fato só evidencia a grande concentração de unidades na região metropolitana e o esquecimento do interior.
A prática da ambulancioterapia colocava em risco quem morava no interior e dependia de atendimento de urgência. A pessoa era obrigada a se deslocar até as cidades grandes e se aventurar em busca de atendimento. E o Governo de Goiás nada fazia para ao menos tornar o atendimento mais humano. As prefeituras é que “se viravam” para ter ambulâncias e despachar doentes para cidades com atendimento.
De acordo com o médico infectologista Marcelo Daher, em entrevista para a CBN, a área de saúde apresentou mudanças significativas: “Goiás tinha uma fama de ser o Estado mais centralizador nesta área no Brasil. Moro em Anápolis e lembro que outros governadores governavam só para Goiânia”.
Diante tal cenário, ao vencer as eleições, Ronaldo Caiado procurou tirar do papel uma promessa de campanha e estruturar a regionalização: criar policlínicas no interior e abrir mais leitos de UTI nas cidades até então ignoradas pelo sistema de saúde. “Quando avaliamos o cenário nacional, Goiás achatou a curva (de infecções e mortes) na primeira onda e na segunda, quando foi pior, tivemos um momento relativamente passageiro”, diz Daher.
As cidades reconhecem os esforços para regionalizar a saúde. Segundo Verônica Savatin, presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado de Goiás (Cosemsgo), as prefeituras enfrentavam dificuldades com os atrasos constantes de pagamentos e repasses das gestões anteriores. “Municípios com 5 mil habitantes e que têm hospitais municipais não tinham como manter profissionais para trabalhar. A rede de urgência de Goiás era concentrada na região Metropolitana. Levar o atendimento de saúde para mais próximo da população, além de acrescentar qualidade de vida, desonera os cofres públicos dos municípios, reorganiza diárias de motoristas e as despesas de pacientes. As pessoas aderem mais ao tratamento de saúde quando está mais perto delas”, diz.
O aumento de UTIs no interior evidencia como o sistema estava abandonado. “Cidades grandes e importantes como Itumbiara, Jataí, Luziânia, Formosa, Porangatu e São Luís de Montes Belos não tinham leitos de UTI. No Entorno do Distrito Federal, onde temos o segundo maior contingente populacional em Goiás, não tinha nenhum também. A primeira vítima de Covid-19 em Goiás veio de Luziânia para Goiânia e já chegou aqui sem vida. Saltamos de 244 leitos para 885. Fizemos com que hospitais prioritários para Covid-19 tivessem leitos garantidos”.
Saúde de Goiás estava o caos em 2018, revelam manchetes
Meses antes do início da pandemia, Goiás estava com o sistema de saúde colapsado. O Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), por exemplo, sofreu interdição por falta de medicamentos.
“Um ano antes da pandemia, basta pesquisar, o cenário de saúde em Goiás era de terror. Não tínhamos ambiente digno para atuar. Era impressionante o que estava acontecendo no Estado”, diz a enfermeira Maria Carneiro, que pesquisa atendimento nos hospitais.
“Na verdade, estávamos em colapso antes da pandemia. Não podemos culpar apenas a pandemia pela situação. Tínhamos uma centralização da saúde em Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia. Fora isso, os outros 243 municípios não tinham nenhuma capacidade de atender ao cidadão vítima de infarto, de acidentes”, diz Caiado, que é também médico.
Segundo o gestor, o Estado usurpava há 13 meses a contrapartida para saúde dos municípios. Ou seja, gestores anteriores, não repassaram devidamente aos municípios suas obrigações.
Caiado precisou refazer o sistema de saúde para Goiás não entrar em colapso. Um dos casos mais emblemáticos foi o colapso do Hospital Materno Infantil, em 2018, mas que ecoou nos primeiros dias da gestão do atual governador.
Na época, o Conselho Regional de Medicina (Cremego) emitiu nota em que apontava para o desmonte da área de saúde no Estado. A situação está registrada em vários órgãos de imprensa.
O governador anunciou logo após aumento de UTIs para o Materno Infantil, mas precisou mudar o hospital de lugar, já que recebeu ordens para desocupar o antigo prédio. Como forma de contornar os centenas de problemas herdados, ele inaugurou o Hospital Estadual da Criança e Adolescente (Hecad) em 2021.
Está nos registros da cobertura jornalística: logo após sua posse e acompanhar a posse do presidente, em Brasília, Caiado, na noite do dia 1 de janeiro de 2019, teve que se deslocar com urgência até o Materno Infantil, que tinha acabado de receber uma ordem para fechamento no dia seguinte.
Passada a crise e o caos, o segmento de saúde começa a melhorar. O governador afirma que Goiás terá a abertura de novos leitos nos próximos meses e um maior foco na luta contra o câncer. “O Hospital do Centro-Norte Goiano, em Uruaçu, abrirá o serviço de oncologia. Em Trindade, vamos ampliar a área do Hetrin, com 20 leitos de UTI, 90 leitos de clínica médica e 20 leitos de clínica cirúrgica. Em Águas Lindas, onde já fizeram shows para a inauguração do hospital, agora sim vamos acabar a obra, com 164 leitos e salas de cirurgias. Em Formosa, estamos aumentando a área do hospital de 5 mil metros para 17 mil metros quadrados. São Luís de Montes Belos, a unidade de saúde também terá sua área ampliada em 2,6 vezes até o fim do ano, com atendimento especializado para cardiologia. Ainda tem o Hospital do Câncer, com votação na Câmara de Goiânia para desmembramento da área, e que terá um complexo hospitalar. Isso é futuro já em construção”, diz
l Técnicos explicam como cenário mudou nos últimos anos, com a abertura de novos hospitais, leitos de UTI e a principal modificação: a regionalização da saúde, através das policlínicas e abertura de UTIs em cidades que não tinham intensivismo
Pesquisadores e técnicos da área de saúde reconhecem que Goiás deu um salto na oferta de serviços ao cidadão a partir do enfrentamento da pandemia. Antes, os índices de saúde de Goiás eram precários em comparação com outras unidades da federação. Dentre 2016 e 2018, o sistema se colapsou: falta de vagas e pagamentos de servidores. E falta de insumos e medicamentos.
No meio da pandemia, o índice no número de UTIs, por exemplo, triplicou. Aumentou o número de hospitais estaduais. E surgiram as policlínicas.
O governador Ronaldo Caiado lembra que quando assumiu a gestão de Goiás existiam 254 UTIs em apenas três municípios – índice que aumentaria a mortalidade não fosse modificada a realidade nos dias de pandemia.
O problema mais grave deixado pelas gestões de Marconi Perillo, Alcides Rodrigues e José Eliton, que governaram Goiás por 20 anos, acreditam técnicos e profissionais, é a concentração do atendimento em poucas cidades. Durante os últimos 2 anos, o cenário sofreu pouca desconcentração.

ameaçados de fechar e falta de regionalização
Uma das principais heranças positivas das gestões anteriores foi justamente a construção de um hospital de urgências em Goiânia na região Noroeste. Mas o fato só evidencia a grande concentração de unidades na região metropolitana e o esquecimento do interior.
A prática da ambulancioterapia colocava em risco quem morava no interior e dependia de atendimento de urgência. A pessoa era obrigada a se deslocar até as cidades grandes e se aventurar em busca de atendimento. E o Governo de Goiás nada fazia para ao menos tornar o atendimento mais humano. As prefeituras é que “se viravam” para ter ambulâncias e despachar doentes para cidades com atendimento.
De acordo com o médico infectologista Marcelo Daher, em entrevista para a CBN, a área de saúde apresentou mudanças significativas: “Goiás tinha uma fama de ser o Estado mais centralizador nesta área no Brasil. Moro em Anápolis e lembro que outros governadores governavam só para Goiânia”.
Diante tal cenário, ao vencer as eleições, Ronaldo Caiado procurou tirar do papel uma promessa de campanha e estruturar a regionalização: criar policlínicas no interior e abrir mais leitos de UTI nas cidades até então ignoradas pelo sistema de saúde. “Quando avaliamos o cenário nacional, Goiás achatou a curva (de infecções e mortes) na primeira onda e na segunda, quando foi pior, tivemos um momento relativamente passageiro”, diz Daher.
As cidades reconhecem os esforços para regionalizar a saúde. Segundo Verônica Savatin, presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado de Goiás (Cosemsgo), as prefeituras enfrentavam dificuldades com os atrasos constantes de pagamentos e repasses das gestões anteriores. “Municípios com 5 mil habitantes e que têm hospitais municipais não tinham como manter profissionais para trabalhar. A rede de urgência de Goiás era concentrada na região Metropolitana. Levar o atendimento de saúde para mais próximo da população, além de acrescentar qualidade de vida, desonera os cofres públicos dos municípios, reorganiza diárias de motoristas e as despesas de pacientes. As pessoas aderem mais ao tratamento de saúde quando está mais perto delas”, diz.
O aumento de UTIs no interior evidencia como o sistema estava abandonado. “Cidades grandes e importantes como Itumbiara, Jataí, Luziânia, Formosa, Porangatu e São Luís de Montes Belos não tinham leitos de UTI. No Entorno do Distrito Federal, onde temos o segundo maior contingente populacional em Goiás, não tinha nenhum também. A primeira vítima de Covid-19 em Goiás veio de Luziânia para Goiânia e já chegou aqui sem vida. Saltamos de 244 leitos para 885. Fizemos com que hospitais prioritários para Covid-19 tivessem leitos garantidos”.
Saúde de Goiás estava o caos em 2018, revelam manchetes
Meses antes do início da pandemia, Goiás estava com o sistema de saúde colapsado. O Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), por exemplo, sofreu interdição por falta de medicamentos.
“Um ano antes da pandemia, basta pesquisar, o cenário de saúde em Goiás era de terror. Não tínhamos ambiente digno para atuar. Era impressionante o que estava acontecendo no Estado”, diz a enfermeira Maria Carneiro, que pesquisa atendimento nos hospitais.
“Na verdade, estávamos em colapso antes da pandemia. Não podemos culpar apenas a pandemia pela situação. Tínhamos uma centralização da saúde em Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia. Fora isso, os outros 243 municípios não tinham nenhuma capacidade de atender ao cidadão vítima de infarto, de acidentes”, diz Caiado, que é também médico.
Segundo o gestor, o Estado usurpava há 13 meses a contrapartida para saúde dos municípios. Ou seja, gestores anteriores, não repassaram devidamente aos municípios suas obrigações.
Caiado precisou refazer o sistema de saúde para Goiás não entrar em colapso. Um dos casos mais emblemáticos foi o colapso do Hospital Materno Infantil, em 2018, mas que ecoou nos primeiros dias da gestão do atual governador.
Na época, o Conselho Regional de Medicina (Cremego) emitiu nota em que apontava para o desmonte da área de saúde no Estado. A situação está registrada em vários órgãos de imprensa.
O governador anunciou logo após aumento de UTIs para o Materno Infantil, mas precisou mudar o hospital de lugar, já que recebeu ordens para desocupar o antigo prédio. Como forma de contornar os centenas de problemas herdados, ele inaugurou o Hospital Estadual da Criança e Adolescente (Hecad) em 2021.
Está nos registros da cobertura jornalística: logo após sua posse e acompanhar a posse do presidente, em Brasília, Caiado, na noite do dia 1 de janeiro de 2019, teve que se deslocar com urgência até o Materno Infantil, que tinha acabado de receber uma ordem para fechamento no dia seguinte.
Passada a crise e o caos, o segmento de saúde começa a melhorar. O governador afirma que Goiás terá a abertura de novos leitos nos próximos meses e um maior foco na luta contra o câncer. “O Hospital do Centro-Norte Goiano, em Uruaçu, abrirá o serviço de oncologia. Em Trindade, vamos ampliar a área do Hetrin, com 20 leitos de UTI, 90 leitos de clínica médica e 20 leitos de clínica cirúrgica. Em Águas Lindas, onde já fizeram shows para a inauguração do hospital, agora sim vamos acabar a obra, com 164 leitos e salas de cirurgias. Em Formosa, estamos aumentando a área do hospital de 5 mil metros para 17 mil metros quadrados. São Luís de Montes Belos, a unidade de saúde também terá sua área ampliada em 2,6 vezes até o fim do ano, com atendimento especializado para cardiologia. Ainda tem o Hospital do Câncer, com votação na Câmara de Goiânia para desmembramento da área, e que terá um complexo hospitalar. Isso é futuro já em construção”, diz
l Técnicos explicam como cenário mudou nos últimos anos, com a abertura de novos hospitais, leitos de UTI e a principal modificação: a regionalização da saúde, através das policlínicas e abertura de UTIs em cidades que não tinham intensivismo
Pesquisadores e técnicos da área de saúde reconhecem que Goiás deu um salto na oferta de serviços ao cidadão a partir do enfrentamento da pandemia. Antes, os índices de saúde de Goiás eram precários em comparação com outras unidades da federação. Dentre 2016 e 2018, o sistema se colapsou: falta de vagas e pagamentos de servidores. E falta de insumos e medicamentos.
No meio da pandemia, o índice no número de UTIs, por exemplo, triplicou. Aumentou o número de hospitais estaduais. E surgiram as policlínicas.
O governador Ronaldo Caiado lembra que quando assumiu a gestão de Goiás existiam 254 UTIs em apenas três municípios – índice que aumentaria a mortalidade não fosse modificada a realidade nos dias de pandemia.
O problema mais grave deixado pelas gestões de Marconi Perillo, Alcides Rodrigues e José Eliton, que governaram Goiás por 20 anos, acreditam técnicos e profissionais, é a concentração do atendimento em poucas cidades. Durante os últimos 2 anos, o cenário sofreu pouca desconcentração.

ameaçados de fechar e falta de regionalização
Uma das principais heranças positivas das gestões anteriores foi justamente a construção de um hospital de urgências em Goiânia na região Noroeste. Mas o fato só evidencia a grande concentração de unidades na região metropolitana e o esquecimento do interior.
A prática da ambulancioterapia colocava em risco quem morava no interior e dependia de atendimento de urgência. A pessoa era obrigada a se deslocar até as cidades grandes e se aventurar em busca de atendimento. E o Governo de Goiás nada fazia para ao menos tornar o atendimento mais humano. As prefeituras é que “se viravam” para ter ambulâncias e despachar doentes para cidades com atendimento.
De acordo com o médico infectologista Marcelo Daher, em entrevista para a CBN, a área de saúde apresentou mudanças significativas: “Goiás tinha uma fama de ser o Estado mais centralizador nesta área no Brasil. Moro em Anápolis e lembro que outros governadores governavam só para Goiânia”.
Diante tal cenário, ao vencer as eleições, Ronaldo Caiado procurou tirar do papel uma promessa de campanha e estruturar a regionalização: criar policlínicas no interior e abrir mais leitos de UTI nas cidades até então ignoradas pelo sistema de saúde. “Quando avaliamos o cenário nacional, Goiás achatou a curva (de infecções e mortes) na primeira onda e na segunda, quando foi pior, tivemos um momento relativamente passageiro”, diz Daher.
As cidades reconhecem os esforços para regionalizar a saúde. Segundo Verônica Savatin, presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado de Goiás (Cosemsgo), as prefeituras enfrentavam dificuldades com os atrasos constantes de pagamentos e repasses das gestões anteriores. “Municípios com 5 mil habitantes e que têm hospitais municipais não tinham como manter profissionais para trabalhar. A rede de urgência de Goiás era concentrada na região Metropolitana. Levar o atendimento de saúde para mais próximo da população, além de acrescentar qualidade de vida, desonera os cofres públicos dos municípios, reorganiza diárias de motoristas e as despesas de pacientes. As pessoas aderem mais ao tratamento de saúde quando está mais perto delas”, diz.
O aumento de UTIs no interior evidencia como o sistema estava abandonado. “Cidades grandes e importantes como Itumbiara, Jataí, Luziânia, Formosa, Porangatu e São Luís de Montes Belos não tinham leitos de UTI. No Entorno do Distrito Federal, onde temos o segundo maior contingente populacional em Goiás, não tinha nenhum também. A primeira vítima de Covid-19 em Goiás veio de Luziânia para Goiânia e já chegou aqui sem vida. Saltamos de 244 leitos para 885. Fizemos com que hospitais prioritários para Covid-19 tivessem leitos garantidos”.
Saúde de Goiás estava o caos em 2018, revelam manchetes
Meses antes do início da pandemia, Goiás estava com o sistema de saúde colapsado. O Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), por exemplo, sofreu interdição por falta de medicamentos.
“Um ano antes da pandemia, basta pesquisar, o cenário de saúde em Goiás era de terror. Não tínhamos ambiente digno para atuar. Era impressionante o que estava acontecendo no Estado”, diz a enfermeira Maria Carneiro, que pesquisa atendimento nos hospitais.
“Na verdade, estávamos em colapso antes da pandemia. Não podemos culpar apenas a pandemia pela situação. Tínhamos uma centralização da saúde em Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia. Fora isso, os outros 243 municípios não tinham nenhuma capacidade de atender ao cidadão vítima de infarto, de acidentes”, diz Caiado, que é também médico.
Segundo o gestor, o Estado usurpava há 13 meses a contrapartida para saúde dos municípios. Ou seja, gestores anteriores, não repassaram devidamente aos municípios suas obrigações.
Caiado precisou refazer o sistema de saúde para Goiás não entrar em colapso. Um dos casos mais emblemáticos foi o colapso do Hospital Materno Infantil, em 2018, mas que ecoou nos primeiros dias da gestão do atual governador.
Na época, o Conselho Regional de Medicina (Cremego) emitiu nota em que apontava para o desmonte da área de saúde no Estado. A situação está registrada em vários órgãos de imprensa.
O governador anunciou logo após aumento de UTIs para o Materno Infantil, mas precisou mudar o hospital de lugar, já que recebeu ordens para desocupar o antigo prédio. Como forma de contornar os centenas de problemas herdados, ele inaugurou o Hospital Estadual da Criança e Adolescente (Hecad) em 2021.
Está nos registros da cobertura jornalística: logo após sua posse e acompanhar a posse do presidente, em Brasília, Caiado, na noite do dia 1 de janeiro de 2019, teve que se deslocar com urgência até o Materno Infantil, que tinha acabado de receber uma ordem para fechamento no dia seguinte.
Passada a crise e o caos, o segmento de saúde começa a melhorar. O governador afirma que Goiás terá a abertura de novos leitos nos próximos meses e um maior foco na luta contra o câncer. “O Hospital do Centro-Norte Goiano, em Uruaçu, abrirá o serviço de oncologia. Em Trindade, vamos ampliar a área do Hetrin, com 20 leitos de UTI, 90 leitos de clínica médica e 20 leitos de clínica cirúrgica. Em Águas Lindas, onde já fizeram shows para a inauguração do hospital, agora sim vamos acabar a obra, com 164 leitos e salas de cirurgias. Em Formosa, estamos aumentando a área do hospital de 5 mil metros para 17 mil metros quadrados. São Luís de Montes Belos, a unidade de saúde também terá sua área ampliada em 2,6 vezes até o fim do ano, com atendimento especializado para cardiologia. Ainda tem o Hospital do Câncer, com votação na Câmara de Goiânia para desmembramento da área, e que terá um complexo hospitalar. Isso é futuro já em construção”, diz