Política

Augusto Cury nega uso de robôs nas redes sociais e atribui crescimento a “revolução silenciosa” após debate

Redação Online

Publicado em 31 de agosto de 2026 às 22:55 | Atualizado há 1 hora

Candidato Augusto Cury nega uso de robôs e atribui crescimento a "revolução silenciosa" | Foto: Reprodução
Candidato Augusto Cury nega uso de robôs e atribui crescimento a "revolução silenciosa" | Foto: Reprodução

O candidato do Avante à Presidência, Augusto Cury, negou nesta segunda-feira (31/08), durante agenda no Sebrae em Curitiba, ter usado robôs ou contratos com influenciadores para aumentar artificialmente seu engajamento nas redes sociais. Questionado sobre afirmações de partidos que colocam sob suspeita o crescimento de sua candidatura nas plataformas digitais, Cury disse ter investido cerca de R$ 50 mil e afirmou que eventuais suspeitas devem ser investigadas. “Eles que investiguem. Nós investimos em torno de R$ 50 mil. Não tem história de robô”, afirmou.

A manifestação ocorre após Cury registrar crescimento nas pesquisas de intenção de voto e ampliar sua presença nas redes sociais. Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (31/08) mostra o candidato com 11% das intenções de voto no primeiro turno, avanço de 9 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, quando tinha 2%. O candidato atribuiu o crescimento ao desempenho no primeiro debate presidencial. “O que aconteceu foi uma revolução totalmente silenciosa a partir do primeiro debate”, disse.

Questionado sobre o ganho de cerca de 2 milhões de seguidores nas redes, o candidato classificou o movimento como “nunca visto” e afirmou que o crescimento é espontâneo. “As pessoas estão vendo sinceridade nas nossas propostas”, declarou. Ele também disse ter recebido com “humildade” o resultado da pesquisa e afirmou que sua preocupação é com a governabilidade caso seja eleito.

“Todo mundo me ligando, todo mundo me cumprimentando. Mas, honestamente dizendo, eu recebi com muita humildade. Porque o problema não é perder a Presidência da República, o problema é ganhar a Presidência e pacificar esta nação”, afirmou. “Eu não estou atrás de poder. Não é cargo. As pessoas perguntam se estou eufórico. Não, eu estou alegre, mas preocupado, precisamos pensar no Brasil em 2027”, acrescentou.

Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia